[ editar artigo]

QUEM SE IMPORTA, SERVE!

QUEM SE IMPORTA, SERVE!

Este oitavo módulo foi uma oportunidade para fazer memória de muitas aulas online de nossa amada mestra Olinda. Fazer memória é reviver aquilo que foi bom e colocar em prática. E o que não foi bom é oportunidade de cura. Ou seja, nessa dinâmica de vida só temos a ganhar. Aqui deixo minhas percepções desse módulo fazendo um apanhado de todo o aprendizado.    

A maravilha do mundo das constelações nos oferece a oportunidade da transformação. Os piores momentos de dor que meu sistema sofre tem cura, tem solução, mas para que isso aconteça se faz necessário olhar com carinho, sem julgamentos, sem exclusão. Em nossa primeira aula, nossa amada Olinda nos apontou os três movimentos que o universo nos propõe para a cura: concordar, agradecer e pedir.

Se olharmos do ponto de vista simplesmente terapêutico, vamos dizer que este não é o melhor caminho, mas se colocamos sob o olhar sistêmico, então vemos claro como a luz do sol a solução para cada problema, sendo ele fruto de um pequeno ou grande emaranhamento. Ter a visão terapêutica e sistêmica sobre os problemas que afligem a humanidade é encher o coração de esperança na cura da humanidade.

Posso estar sonhando. mas se cada terapeuta sistêmico que se forma se propõe a ajudar, o mundo será curado. Porque um terapeuta ao curar seu sistema, ele atinge muitas pessoas à sua volta. E isso é maravilhoso, magnífico, encantador, é um verdadeiro milagre.

Para entender esse caminho precisaremos acolher nossa primeira história, com tudo que aconteceu. Ao concordar sem julgamentos, estaremos respeitando a história de cada um, suas dores e seus projetos interrompidos, acolhendo e aceitando a vida como foi e é. Esse é o primeiro passo para a cura: olhar para trás e acolher todos os antepassados, mesmos aqueles que causaram dor ao sistema ou carregaram as dores do sistema.

Ninguém pode ser deixado para trás, todos devem ser trazidos junto, respeitando cada um para a cura do sistema. É dar lugar no coração. E dar lugar não é aceitar que o perpetrador continue abusando. Dar um lugar para ele no sistema é respeitar o que aconteceu com ele. Não precisa sentar com ele na mesa ou dormir com ele.  Concordar é trazer a harmonia ao sistema e isso só é possível com a inclusão de todos.

Para essa harmonia ser autêntica é necessário agradecer. Ser grato aos que vieram antes de nós. Como no passo anterior, não poderá haver julgamentos. Se a vida do sistema não está alinhada no presente, não pode culpar ou desmerecer os antepassados, mas agradecer pela vida que chegou até mim. Isso faz com que todos ocupem um lugar de paz. Agradecer é fazer com que o universo olhe para nosso sistema.

Por último, na sequência que escrevo, vem o pedir. Pedir é olhar para todo nosso sistema e perceber onde os fios se soltaram e recorrer a terapia sistêmica para curar os emaranhamentos e religar os fios da história. Olhar para trás no sistema e pedir a bênção de todos que vieram antes.

Sentir que eles estão caminhando juntos, me sustentando pelos ombros. Eles são a força que preciso para curar toda dor e todo sofrimento que continuou em mim. Ao pedir essa força, senti já me constelando. Uma força enorme veio pra dentro de mim e fui tendo algumas luzes para meu sistema. Isso será assunto para uma próxima oportunidade.

Todo constelador tem que trazer em mente esse três movimentos em sua vida e na vida dos outros para poder se curar e ser fonte de cura para o mundo. Enquanto escrevo, fico imaginado o mundo daqui a 10 anos, de como será mais curado, mais livre de dor e sofrimento.

O me dá essa certeza?

Cada aula que assisti ao vivo. A alegria e sede das pessoas em aprender. Em poder partilhar as próprias dores, sabendo que todos os presentes estão abertos para acolher. E porque, todos nós, amamos pegar carona com os e as colegas que são constelados.

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
Alzenir Maria Severino Barbosa
Alzenir Maria Severino Barbosa Seguir

Sou Alzenir Barbosa, tenho 48 anos, sou a oitava filha de José Pedro Barbosa (já falecido) e Odete Severino Barbosa. Moro atualmente em Belo Horizonte para estudar.

Ler conteúdo completo
Indicados para você