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A ARTE DA GUERRA APLICADA AO TERAPEUTA SISTÊMICO

A ARTE DA GUERRA APLICADA AO TERAPEUTA SISTÊMICO

As táticas bélicas relatadas no livro A Arte da Guerra continuam válidas. Tanto que saiu das estratégias militares e foi para as estratégias do mundo dos negócios. E também serve de ajuda quando traçamos um paralelo com o mundo da terapia sistêmica.

A grande lição deste livro é de que a primeira batalha que devemos travar é com nós mesmos. Para ajudar a curar, preciso estar curado. Não posso entrar numa batalha de terceiros se ainda não resolvi a minha própria.

Como disse Olinda nessa aula: “Só posso oferecer para o outro, aquilo que eu sei que é possível e que eu já recebi”.

Muitas vezes sentimos o ímpeto de ajudar alguém que está ao nosso lado, mas estamos com a vida toda emaranhada. Gostamos de palpitar, como se diz, “dar pitacos” e somos bons conselheiros, mas se ouvimos algo a nosso próprio respeito, ficamos extremamente ofendidos.

Várias lições desse livro se aplicam às ordens da ajuda, de Bert Hellinger.

Transcrevo aqui, um trecho do livro, onde vejo a figura do general sendo a figura do terapeuta:

Esse general deve evitar cinco defeitos básicos: a precipitação, a hesitação, a irascibilidade, a preocupação com as aparências e a excessiva complacência. Para vencer, deve conhecer perfeitamente a terra (a geografia, o terreno) e os homens (tanto a si mesmo quanto o inimigo). O resto é uma questão de cálculo. Eis a arte da guerra.

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
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