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A CASA COMO LUGAR SAGRADO

A CASA COMO LUGAR SAGRADO

 

Existe um fato: a vida é a realidade.

Uma autora americana chamada Byron Kate, que para mim é uma mestra, disse:

- Não adianta a gente brigar com a realidade. A gente deve fluir com a realidade. Perceber o que ela exige de nós e seguirmos, obedientes.

Há muito tempo eu tenho dito:  obediência, disciplina são grandes virtudes que devemos praticar.

Todos  sabemos que a ciência está a serviço da vida.

Os cientistas, eles têm dito,  têm nos orientado, todos sabemos disso,  todos aprendemos:

Se  nos retirarmos, se  ficarmos quietos, evitarmos contato, nós conseguiremos deter a evolução, o contágio do vírus.

Que coisa mais linda isso!

Tão simples: cada um vem pra sua casa.

Evita contato,  que isso fará com que o contágio perca a força, que diminua a velocidade. Isto é uma bênção! Não precisamos ter medo de parar, medo de voltar pra casa. 

Nossa casa é um lugar sagrado.

Talvez essa seja uma oportunidade muita linda de  aprendermos, reaprendermos, relembrarmos de como confiar, confiar em DEUS, confiar na natureza, confiar nos nossos irmãos. Aqueles que a gente sabe que pode confiar. Nos manter unidos, estender as mãos uns para os outros - o contato direto deve ser evitado, e aqui todos entendem o que significa "estender a mão": é a cooperação, a ajuda, o fazer o que é necessário e de modo solidário.

Encontraremos dificuldades? Encontraremos.

Contudo,  muito mais dificuldades  encontraremos se negarmos a realidade, quando reagimos, quando  queremos absolutamente seguir do nosso modo. Não obedecendo aquilo que a natureza exige de nós.

Então eu desejo muita serenidade pra cada um, muita paz, muito amor e uma oportunidade linda de reconciliarmos com nossas casas, com os nossos lares, de curarmos o nosso corpo de dor em relação a nossa casa. Porque nossa casa é um templo, um santuário.  Precisamos voltar pra casa. É o tempo oportuno: agora.

Uma aluna disse, a respeito desta reflexão:

- Eu escutei e não consegui parar de pensar que:

“Aos nossos avós  foi pedido para que fossem à guerra e a nós apenas que fiquemos em casa.”

Ligado ao fato dessas memórias transgeracionais que existe uma guerra lá fora, mas não é uma guerra. Agora não é uma guerra. É uma profunda reverência. Agora é um respeito. É estar em casa, pra conter a evolução do contágio, pra conter a evolução do vírus. É só isso!  É uma missão de paz. 

 A gente se recolhe e o vírus perde a força. Ele passa. Segue seu destino. Nós aprendemos a lição.

Que coisa mais linda, não?

Fique em paz.  É uma missão de paz. O perigo já passou. Nós estamos em casa, porque  sabemos que existe um vírus e só para conter a força dele que nós estamos em casa, sem obstáculos, ele passará. Seguirá seu movimento e seu percurso natural de transformação energética.

Então, todos podemos declarar: 

Estamos em casa, juntos, estamos em casa, com uma profunda reverência, num profundo ato de amor e reconciliação com a vida!

 

 

OLINDA GUEDES é mãe.

Sua primogênita é Nina Maria. Apaixonada pela vida, escreve com o coração o que cabe em palavras. Além do Aparente, o segundo livro de sua autoria , diz muito mais sobre Constelações.

Conduz, no Instituto Anauê-Teiño, a Escola Real, uma Escola de Saberes Úteis. Uma iniciativa cujo objetivo é trocar saberes das diversas ciências com o propósito de uma vida mais feliz, próspera e saudável.

https://linktr.ee/olindaguedes

 

 

 

 

 

Então nós recolhemos e recolhendo mora a nossa força. Nós não estamos nos recolhendo agora, em realidade do coronavirus porque  nós estamos morrendo de medo.

Não! Nós nos recolhemos porque nós estamos numa profunda reverencia. Porque recolher se, voltar pra casa. Ficar quieto! Significa que aí nós nos fortalecemos e o perigo passa!

Que coisa bonita!

  

Saber Sistêmico
OLINDA GUEDES
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Oilá, gente linda! É uma boa história a minha vida... ainda temos muito a viver. A parte mais linda é Mamãe das três princesas Nina Maria, Camila Maria e dos cinco príncipes cavalheiros...

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