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As palavras que a gente fala

As palavras que a gente fala

 

Sim, as palavras têm poder, as bênçãos, as maldições, as preces, os cantos.

Gosto tanto de perceber o significado das palavras, quando chega um cliente e logo diz: - Ai eu precioso mudar este aspecto em minha vida!

Logo me pergunto: - Precisa? Ou você quer?

Eu estou precisando fazer dieta... precisa ou quer? Percebe a diferença?

O quanto realmente estamos dispostos a mudar?

Qual o caminho que existe entre o "eu preciso" e o "eu quero"?

Quando falamos "eu preciso", pare e pergunte: Quem está falando aí dentro? A Mãe? O Pai? O par? A mídia? Os outros?

Talvez é hora da gente perceber e negociar com esta voz interna! O que eu preciso talvez ganhe mais força com "eu decido", ou "eu não quero", ou "eu quero", ou "decido por"!

Se faz necessário prestar atenção no que evocamos, no que clamamos.

O mês do outubro se apresenta e a campanha do outubro rosa se mostra em vitrines, postagens e luzes, e já traz o slogan “mês de combate ao câncer”.

A palavra combate traz nela a memória de guerra, na guerra sempre resultam os vivos e os morto - toda postura de combate provoca uma reação interna, tudo que quer ser combatido reage mais fortemente.

Perceba em seu corpo, fale internamento para qualquer doença ou sintoma que tenha: "eu me livro de você", "você é mau", "vou vencer este mal", “vou te exterminar com todas as minhas forças"... São todas palavras de guerra!

Na doença perceba a conversa que você estabelece com o próprio corpo. Mesmo doentes as células são suas, não veio do além e se implantou ali dentro!

São suas células, doentes, com tanta memória ali dentro!

Continue percebendo seu corpo, e sinta o que acontece com ele quando você olha para a doença e diz: "eu paro", "eu me rendo", "eu cuido". Quem mais está ali?  Que memória de dor você traz? Quem passou por essa dor de verdade?

"Agora eu cuido, cuido de mim, cuido das minhas células doentes e de tudo que veio, eu vejo a minha história, reconheço a grandiosidade de cada um em mim, reconheço a força de muitos em mim, cada um com seu destino, e os deixo e paz, cada um no seu lugar;  eu, do meu lugar, não mudo a história de ninguém!".

Perceba a força que vem com esta reflexão!

Quão importante é nos ouvir, nossas palavras, nossos pensamentos!

O que estamos evocando, clamando?

Ou reclamando, sim! Re-clamar, eu clamo duas vezes!!

Quantas bênçãos nas palavras, basta parar por um instante e se perceber, se ouvir, e escolher conscientemente, o que eu quero!

 

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