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CONCLUSÃO MÓDULO 2 – EU ME PERMITO SER FELIZ

CONCLUSÃO MÓDULO 2 – EU ME PERMITO SER FELIZ
Anne Castro
dez. 13 - 3 min de leitura
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Esse módulo foi imprescindível para a minha compreensão sobre conceitos sistêmicos, bem como um despertar para uma consciência mais ampla, um novo sentido para minha vida e para as minhas relações, atenta às minhas emoções e atitudes...

Entendo que pensar sistemicamente é sentir que nós todos estamos interligados e conectados pelas nossas dores, alegrias e memórias. É expandir a consciência e sentir a nossa condição humana, percebendo a nossa interdependência enquanto ser social e a integralidade do nosso ser.

Sendo assim, por meio das intervenções sensoriais (que são recursos conectados no amor, no pertencimento, no dar e receber e na ordem) somos capazes de ressignificar os emaranhamentos (situações desproporcionais ao contexto representadas por sensações, sentimentos, dores), memórias transgeracionais (a influência dos nossos antepassados em nossas vidas) e/ou epigenética (consiste nas modificações das funções genéticas que são herdadas, mas que por sua vez não alteram a sequência do DNA do indivíduo).

Por essa razão, a ideia de tempo também toma um novo lugar, pois entendo que não existe um tempo linear. Somos resultados de todos os nossos antepassados e, por isso, devemos honrá-los, mas sem deixarmos de viver a nossa essência, pois cada ser em si carrega a sua própria história ou melhor, “cada ser em si carrega o dom de ser capaz de ser feliz”.

Por isso, estudar sobre as lealdades foi libertador! Entender que eu tenho permissão de viver minhas próprias escolhas e, ainda assim, pertencer ao meu sistema familiar.

E, por falar em lealdades, gostaria de ressaltar a minha experiência com algumas dores da minha alma: antes de iniciar esse processo terapêutico, o meu inconsciente tinha medo da loucura porque venho de um sistema familiar no qual existem muitas pessoas com problemas mentais tanto do lado paterno como materno.

Afinal, hoje, percebo que não foi por acaso que meus pais se “apaixonaram”. Então, esse legado me trouxe muita insegurança na minha vida amorosa e profissional. Por muito tempo, eu não me sentia merecedora da abundância e prosperidade da vida. Eu não me sentia capaz de tomar as rédeas da minha própria vida.

Indiretamente, eu carregava uma necessidade de segurança, garantias para que pudesse ficar bem, pois no íntimo, havia o medo de não dar conta, ou seja, o medo de enlouquecer. Passei por muitos medos e autossabotagens.

Outra lealdade que identifiquei quando escrevi a carta aos meus antepassados foi a falência que ocorreu em ambas as famílias (meus avós -  maternos e paternos). Sempre tive muito medo de empreender e por muito tempo acreditei que só seria realizada profissionalmente se fosse aprovada em um concurso público.

Todavia, agora, eu me autorizo a ser próspera e abundante em todas as esferas de minha vida. Eu honro aos meus antepassados, mas agora farei diferente. Eu carrego em mim a capacidade empreendedora de gerar e gerir meus projetos profissionais, servindo à vida das pessoas sem precisar da “segurança” e estabilidade de um concurso.

Eu, hoje, substituo a segurança pela confiança de viver a minha essência, pois sou filha de Deus, criadora, capaz, íntegra, honesta, saudável, comunicativa, sensível, serena, sou luz e quero levá-la para o máximo de pessoas possível.

Eu me curei através do movimento do amor. Eu me permito ser feliz!

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