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Explodi! Gritei!

Explodi! Gritei!

Quais os danos e as consequências do grito na educação dos pequenos? É uma pergunta que me fazem com frequência.

Os contínuos gritos têm seu impacto no cérebro humano e no desenvolvimento neurológico da criança, já que o ato de gritar tem uma finalidade muito concreta em todas as espécies, que é a de alertar um perigo. O nosso sistema de alarme se ativa e libera cortisol, o hormônio do estresse, que tem como finalidade habilitar as condições físicas e biológicas necessárias para fugir ou lutar. Quando os gritos são parte do dia-a-dia, a liberação excessiva e permanente de cortisol afeta diretamente a formação do cérebro da criança. O hipocampo, estrutura cerebral, relacionada com as emoções e a memória terá um tamanho mais reduzido. O corpo caloso, ponto de união entre os dois hemisférios cerebrais, também recebe menos fluxo sanguíneo, afetando assim o seu equilíbrio emocional a sua capacidade de atenção e outros processos cognitivos.

Os pais se sentem culpados após esse acontecido. Qual é a melhor forma de agir depois do grito que muitas vezes acontece por um ato involuntário sem a intenção de assustar os pequenos? A melhor forma é pedir desculpas, até mesmo para mostrar que o grito vem como um alerta de que algo esta errado. Tanto os pais como as crianças vão se sentir melhor depois disso. Um grito jamais pode ser substituído por uma boa conversa e uma escuta.

Quando a criança se sente acolhida e segura e sabe receber uma resposta negativa, saberá que determinadas atitudes dos pais é um simples alerta que aquela atitude não está correta.

📍Luciane Santos
Pedagoga e Terapeuta

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
Luciane Santos
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Olá!! Sou Luciane Santos Pedagoga e Terapeuta . Apaixonada pelo Aprendizado e Desenvolvimento Humano. Acredito que estamos nessa vida para sermos cada dia melhores, realizados e felizes com nossas escolhas. Seja Bem Vindo!!

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