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Fichamento - O reconhecimento das ordens do amor

Fichamento - O reconhecimento das ordens do amor

FICHAMENTO DE LEITURA

DADOS DO LEITOR

Nome completo: Sandy Duwe dos Santos

Curso: Formação real em constelações sistêmicas

Data: 16/10/2020

DADOS DO EXEMPLAR LIDO

Título: Constelações familiares – O reconhecimento das ordens do amor

Autor(es):  Bert Hellinger e Gabriele T. Hovel.

Editora: CULTRIX

Ano: 2007


Orientação Para Fichamento

1. Qual a mensagem global que o autor deixou para você? Resuma em, no máximo, 4 linhas.

R: Aprender a tocar no amor que existe dentro de cada alma e que também atua nos destinos das pessoas, aprender a concordar com as coisas assim como são, buscar modificar aquilo que a alma me permite e respeitar aquilo que ultrapassam meus limites. Viver em harmonia.

2. A partir do que você leu, enumere 10 dicas para você criar excelência para sua vida.

- A vida não permite barganha, por isso devo sair da zona de conforto e buscar através da força da alma as soluções para os meus sofrimentos.

- Devo está em harmonia com a realidade e com o meu destino assim como eles se apresentam.

- Todos os grandes conflitos partiram da ideia de que “eu tenho mais direitos que você”, por este motivo compreendo agora que ninguém é superior a outrem, todos temos o mesmo direito de pertencer, mas cada um é responsável pelos seus atos e culpas.

- A raiva costuma está relacionadas aos sentimentos de dor e amor por este motivo muitas vezes as doenças aparecem, pois o sentimento de raiva é reprimido e a pessoa coloca de lado a ação que levaria a solução daquele sofrimento apenas remoendo aquela informação dentro do seu coração.

- Quando comecei este curso pensava que eu não tinha emaranhamentos e me considerava um ser ”livre”, porém lendo os livros da área de constelação familiar e assistindo as aulas da nossa querida mestra Olinda, passei a compreender e aceitar que todos nós estamos emaranhados, cada qual a seu modo. Por este motivo devemos sempre buscar curar nosso corpo de dor. Vamos nos tornando livres conforme vamos desatando os nós da nossa vida.

- Quando alguém não desejar conhecer as constelações familiares ou métodos terapêuticos eu não tenho a permissão de confrontá-lo, porém, não posso aceitar que se façam julgamentos a respeito sem ao menos ter olhado.

- Ficar indignada com uma determinada situação/acontecimento não me proporciona algo positivo. Como por ex: ficar indignada com o cenário político muitas vezes só alimenta a minha ilusão de “poder”. A energia da vida flui como deve ser. Em todo movimento existirá algo bom e algo ruim, assim como nossas escolhas na qual sempre abrimos mão de algo para conquistar outra coisa.

- Não deve haver “camaradem” entre pais e filhos, isso é algo negativo para as crianças, pois a impõe em uma posição que não lhe pertence e muitas vezes responsabilidades na qual não estão preparadas.

- Não se pode tomar a dor do outro e desejar resolver uma determinada situação movida pelo sentimento de vingança, inclusive esse sentimento geralmente está mais relacionado aos terceiros do que a própria vítima. A pessoa é responsável pelo seu destino, então somente ela poderá encontrar a cura e a solução. Aos terceiros cabe apenas a solidariedade com relação à tristeza das vítimas.

- Buscar sempre, sempre, sempre o amor do coração, da alma para resolver emaranhamentos, sofrimentos e doenças.

3. Considerando a realidade onde vive, o que você aplicou, imediatamente, assim que leu? (Qual tópico, qual ideia? - cite o capítulo, página e a ideia).

R: Sempre tive um grande sentimento de justiça dentro de mim, por exemplo, os acontecimentos marcados pela segunda guerra, sempre que ouvia eu pensava: como os outros não podem enxergar isso como uma forma bárbara de aniquilar vidas? Mas esta minha indignação (sobre outros fatores da vida também) só me trouxe tristeza profunda, os acontecimentos não mudaram, as vítimas e opressores permaneceram e somente eu adoeci. Então quando eu li a seguinte frase “a indignação não traz nada de positivo, ela visa aniquilar os outros” pág 128, compreendi que estava sendo tão injusta quanto qualquer envolvido, pois a “ilusão de poder” não nos faz enxergar que estamos sendo movidos com o sentimento de que “está tudo bem você sofrer para que eu alcance a minha justiça” e isso é algo totalmente terrível, pois apenas estou me juntando ao sentimento na qual tanto reprimi. Devo deixar as vítimas com os seus destinos e apenas ser humildade, colocar ao lado dessas vitimas e chorar com elas suas dores e deixar os opressores com o seu destino e a sua culpa. 

4. O que você transformou em si mesmo com a leitura deste livro?

R: Consegui oferecer um lugar diferente no meu coração para esse sentimento de justiça no momento que compreendi que a esfera da vida é muito ampla e como ser humano possuo limites na qual posso atuar. Posso fazer a diferença para minha vida e para a vida daqueles que buscarem a minha ajuda, mas não posso carregar o sofrimento do mundo dentro de mim.

5. Quais as mudanças que você se compromete em tornar real a partir desta leitura?

  • Deixar a energia da vida fluir assim como precisa ser;
  • Concordar com a existência do bem e do mal que atuam no mundo e que certas coisas são inevitáveis mesmo sendo incompreensíveis. Lembrando que quando eu concordo com algo não é por que considero isso bom, mas que não tenho a pretensão de julgar os fatos;
  • Em um atendimento não posso ver alguém como vítima, mas sim como alguém que recebeu esse destino e é capaz de suportá-lo;
  • Ser grata pela força da vida ter chegado até mim, assim como ela é;
  • Experimentar meditações.

6. Se você encontrasse o autor do livro, o que você diria à ele?

R: As perguntas e respostas contidas neste livro é um grande presente para a humanidade, foi lindo ter divido este tempo da minha vida com vocês.

7. Enumere 3 pessoas para as quais você sugeriria este livro e justifique.

Não sou capaz de enumerar apenas três pessoas, eu sugeriria esta leitura para todos aqueles que sentem que são capazes de ir muito além daquilo que são agora, para aqueles que desejam realmente se sentir como verdadeiros seres humanos.

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
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