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Imersão Sistêmica: por uma vida plena

Imersão Sistêmica: por uma vida plena

-  Abertas inscrições para o Curso de Formação Real com Olinda Guedes - 

A simplicidade foi a tônica do último dia da Imersão Sistêmica, numa profunda ressonância com São Francisco.

Alice e sua voz melodiosa, irmã Neiva e a fé inabalável, o sábio Nilceu, a poderosa Suzy Guedes e a mestra Olinda, como de costume, em sintonia total com a singeleza de tudo que há.

Assim como todo professor lança sementes, umas brotam e outras não, a importância da simplicidade foi plantada nos corações atentos aos ensinamentos da imersão.

O início do encontro foi marcante com a fala oportuna e necessária da Suzy Guedes, um ato de gratidão pelos ensinamentos que pandemia trouxe.

“Nos momentos mais críticos da pandemia recorremos à fonte da vida para acessar o amor infinito e continuarmos com gratidão. No início dos nossos encontros virtuais me lembro de tantas pessoas com semblante carregado, aos poucos fomos percebendo elas se iluminando e encontrando soluções. É importante perseverar, há o cumprimento das promessas de Deus”, declarou Suzy.

Alguém no zoom disse que as palavras da Suzy jorram do coração e são envolventes. Sim, elas penetram a alma.

E o Jair, que compareceu várias vezes ao encontro com sua voz de Deus? Foi emoção potente!

A vida é um presente – a mestra Olinda anunciou o tema central a ser trabalhado pela Escola Real em setembro: a vida, e por consequência, o amor.

“O amor é um jeito da gente viver, é mais uma opção de jeito de caminhar a vida do que uma conquista. As constelações ensinam isso”, disse Olinda.

O pertencimento é a busca de todos. “Há fome de relacionamento, de se sentir visto, amar e ser amado, fome de amar também, se curamos nossa criança interior, os traumas transgeracionais, sentimos necessidade de amar e de cuidar, passamos do eu quero e eu preciso para o eu ofereço e entrego amor, eu quero amar”, afirmou Olinda.

A mestra aproveitou para agradecer o transbordo de amor na  sétima imersão sistêmica. “Agradecemos cada bilhetinho, marcação nas redes, sobre as coisas incríveis vivenciadas juntos. Temos necessidade de encontros, mesmo sendo virtuais eles são de verdade por aqui.

A experiência  é completa mesmo sendo apenas no digital, tenho certeza que a maioria de nós tem se transformado de forma intensa”, comemorou Olinda.

Sem queixas, com amor – A mestra Olinda relembrou que Bert Hellinger  falava que se quer constelar direitinho a vida, não devemos nutrir um movimento de queixas em relação aos nossos pais. “O que faz sair do emaranhamento é o exercício da gratidão, agradeça algo que você sabe que foi bom, toma o valor disso na nossa vida”, disse Olinda,  com a sabedoria de sempre.

E se a ansiedade bater, um movimento importante é a cura da energia feminina. “Basta ir imediatamente para a mãe, que é tempo, tudo que nos trouxe até aqui, dá a vida

A dinâmica da angústia é cadê a sua face e seu coração?

Vá para a mãe, abre os braços e vá para a mãe. Como ir pra ela? Até uma música nos conecta a este amor”, lembrou Olinda.

A plenitude da noite – Nilceu fez participação especial no último dia da imersão, trazendo a força do masculino para o encontro. Com poesia ele destacou a importância da "noite".

“Nossas dores acontecem a qualquer momento, nas noites escuras as dores afloram. As noites são do amor e da dor, fomos concebidos à noite, o vinho é apreciado à noite. As noites de amor a não mais acabar. É nas noites de amor que acontece a plenitude, é na noite que o amor expressa  plenitude.

Para mergulhar na vida e nas noites, é preciso conexão divina.  Suzy Guedes, muito inspirada, contou a passagem bíblica dos 7 mergulhos de reis, associando à vida real. “É preciso mergulhar em local que a gente não dá muita importância, nas constelações é assim, um exercício de humildade, a soberba precisa ser tratada porque senão muita coisa incomoda”, ressaltou.

Constelar na vida – a mestra Olinda alertou sobre as pessoas que procuram a constelação como se fosse resolver numa sessão questões de uma vida. “Aqui na Escola Real não estipulamos quanto tempo é necessário entre uma constelação e outra, entendemos ser importante constelar todo dia, nos transformar diariamente. Somos consteladores cotidianos de nós mesmos e nos dispomos a ajudar pessoas a se constelarem sempre”, pontuou.

Fomos feitos para viver em paz e lembrar do que somos. Quando tiramos as ilusões, ficam alegria, saúde e amor. A gente faz o necessário e os milagres vão acontecendo.

Sim mestra, mergulhar é preciso, em algum momento a realidade será materializada e constatada pelos olhos humanos.

Para os que desejam continuar na experiência transformadora das constelações e continuar juntinho da sabedoria da mestra Olinda, a grande oportunidade chegou para adotar a constelação como estilo de vida.

Além de ter uma formação profissional, as constelações respondem a muitas perguntas.

1. Como que é viver?

2. De que modo que a gente pode viver?

3. O que mais que a gente poderia fazer para viver melhor? Para viver com saúde, para viver com felicidade?

Portanto é por isso que a pessoa pode se tornar um terapeuta sistêmico (Olinda Guedes).

Quer mudar a sua vida para muito, muito melhor? Abertas inscrições para ser aluno de Olinda Guedes, a mestra do amor. 

Caminhar com a Escola Real é garantia de amor, paz e positividade. Vamos juntos?

Texto: Jornalista Creuza Medeiros  consteladora e alinhadora energética). @creuzamedeirosmentora e @ninho.deluz.

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
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