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Juntos para sempre!

Juntos para sempre!

Quando uma criança é criticada, desqualificada, quem é ferido através dela?

O pai e a mãe.

Quando os pais não são respeitados, quem se fragiliza?

A criança.

Nós somos o nosso pai e a nossa mãe, juntos. Por isso que está escrito: - O que Deus uniu, o homem não separa. Não tem como dividir uma pessoa.

Ah! esta parte é a mãe, fica pra cá, porque eles se divorciaram. Esta parte é o pai, fica pra lá, porque eles se divorciaram.

 Os pais permanecem unidos para sempre quando tem filhos. O que separa é o homem e a mulher, é possível deixar de ser cônjuge, mas os pais não separam nunca. São para sempre. Isso é tão significativo, não?

Se somos o nosso pai e a nossa mãe para sempre juntos (não podemos separar partes como foi dito) e estamos, o tempo todo a dizer ou a ouvir afirmações de que eles estão separados ou que "não tem pai", "não tem mãe", há um estado de contradição que fragiliza, que enfraquece, que "desempodera". E daí o que fazer com esse modo de falar arraigado no imaginário social?

Nossas palavras, o modo como proferimos, o modo como construímos as afirmações, tem o poder de produzir saúde, cura, bem - estar,  fortalecimento. Há um modo de falar que enfraquece, fragiliza, fragmenta, separa, e também há modos mais eficazes de usarmos as nossas palavras, de construirmos as frases e afirmações que vamos dizer ao outro ou a respeito do outro. Palavras que curam, fortalecem, despertam a amorosidade, reconciliam, empoderam, liberam vida para a vida.

O sábio Salomão entendia bem deste assunto e escreveu que as boas palavras são como um favo de mel, doces para a alma e trazem cura para os ossos.

Trecho do livro: O que traz quem levamos para a Escola? - Pedagogia Sistêmica

Autoria: Olinda Guedes

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
Suzana Langner
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Amor e perseverança

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