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Minha experiência após participar das Oficinas de Emagrecimento com Olinda Guedes

Minha experiência após participar das Oficinas de Emagrecimento com Olinda Guedes

Quando eu era criança, eu comia muitas frutas, mas também comia muitas coisas "engordiet" e isso acabou criando em mim um hábito alimentar que, com o passar dos anos, gerou várias doenças em mim, inclusive a obesidade e a pressão alta.

Cresci, achando que comer pães, farinha branca, açúcar e frituras era algo super normal e levei para a vida adulta essa forma de me alimentar. Mas, após participar das oficinas de emagrecimento com Olinda Guedes, agora nesse fim de ano, me dei conta que o aconteceu lá na época da minha infância, foi um jeito que meus pais encontraram de sobrevivermos, numa fase difícil da vida deles, pois a forma como a alimentação era preparada, era para poder ser multiplicada e alimentar a todos (meus pais, eu e meus irmãos... e ainda, alguma visita da comunidade que aparecia).

Então, uma comida aparentemente gordurosa, por causa das frituras, ou ricas em carboidratos... era para se nutrir. Porque antigamente a gente compreendia que as crianças gordinhas e fofinhas eram saudáveis e as crianças magrinhas eram doentes, anêmicas. Então, hoje em dia, percebendo tudo isso, a gente pode observar que com a abundância de recursos (conhecimento) e alimentos naturais à nossa disposição, (através dos Sacolões (hortifruti) e Armazéns da família, aqui em Curitiba), a gente tem mais opções, se quisermos ter uma alimentação mais saudável.

A partir das Lives de Olinda Guedes (Oficinas de Emagrecimento - #oficinasdeemagrecimento), percebi que só de pensar em prestar contas, quando vejo Olinda nos perguntando quanto já emagrecemos e quais atitudes novas tomamos a partir da conscientização e dos saberes sistêmicos, por ex, eu fui tomada de um ânimo, entusiasmo e incentivo para emagrecer tão grande, pois senti o movimento do EU VEJO VOCÊ. Agora alguém está olhando para minhas gorduras que sempre faço de tudo para esconder através das roupas largas, alguém está querendo saber como eu me alimento ou como (engulo) e do que me alimento. Só de parar para pensar nisso e relatar, sinceramente, senti muita vergonha. E foi isso que me fez acordar para que eu tomasse uma decisão prática.

Na primeira semana eu comecei a limpeza do nosso quintal aqui em casa, eu e meu marido. Depois colocamos flores e agora estou montando a minha horta, gente! Quando imaginei que isso fosse possível? Na minha vida, lá no passado, morando com meus pais... isso era normal, mas os anos foram passando, e eu trabalhando muito, deixei de lado essa vida simples. Tenho certeza que a vida corrida, agitada, fez com que minha dieta piorasse também. E percebo nisso tudo que, pelo o fato de eu ter esquecido de me alimentar bem e saudável, a minha vida estava um embolado só de preocupações, problemas o tempo todo, falta de tempo. E tudo só porque eu não estava olhando muito para mim nos últimos anos. É como Olinda diz: "- Quando organizamos nossas gavetas, a nossa vida se harmoniza novamente." E olhar para essas pequenas coisas, realmente geram resultados fabulosos!

Por exemplo, eu não queria fazer almoço, porque eu não queria perder tempo, só para poder trabalhar mais em meus projetos profissionais. Eu não queria ir na frutaria todos os dias, porque era mais cômodo ir ao Super Mercado uma vez ao mês e comprar enlatados, embalagens diversas de comidas e fazer um estoque pro mês todo na dispensa de casa. Daí me dei conta também que todos dias, conforme a nossa tradição, é dia de feira (primeira-feira, segunda-feira, terça-feira, quarta-feira...) e que retroceder (no bom sentido) aos hábitos sociais do passado, seria muito bom, pois tornaria minha vida um estilo mais simples e mais tranquilo. Não é porque sou uma empresária, que preciso viver como uma workaholic, por ex. Eu posso ser empresária e viver a tranquilidade da vida de uma dona de casa, que faz feira todos os dias. Eu posso fazer a minha caminhada matinal, indo visitar o Horti-fruti. Olinda também nos inspira a trocar o café da manhã, por ovos mexidos, legumes, frutas, sucos... e com isso, nos inspira a ver que a vida não é só comer pão.

Amo pão! Mas sei que existem outras opções. Ah! Se eu soubesse disso antes! Eu comia pão no desjejum, no almoço, no lanche, no jantar... Agora me alimento menos de carboidratos e também opto mais por farinhas de arroz, milho, mandioca... Estou pesquisando receitas saborosas veganas, por exemplo, pois nelas você encontra uma variedade imensa de ingredientes saudáveis.

Outra coisa que consegui fazer nessas últimas semanas, foi dedicar um período do dia para o jejum. Começou de forma despretensiosa. Segui uma dica que vi num vídeo nas mídias sociais, sobre tomar em jejum 540 ml de água todas as manhãs, 30 minutos antes do café e, por não sentir fome, até passei a esquecer de procurar comida. Porém, nos primeiros dois dias eu queria comer, assim que tomava a água. Eu ficava ansiosa, com fome, com angústia... e as memórias da infância e as transgeracionais de fome e escassez se manifestaram.... Eu chegava a ficar em pé o tempo todo e a ir na cozinha abrindo e fechando a porta da geladeira diversas vezes.

Mas eu também olhava para a beleza da vida, confiava nas palavras inspiradoras da nossa mestra Olinda, olhava para os alimentos ali na minha frente... e dizia para mim mesma: "- Está tudo bem, só estou com fome, mas a abundância de alimentos está aqui... agora não nos falta mais alimentos para comermos. Se eu quiser comer, é só comer... mas é apenas uma opção não comer... não nos falta mais alimentos." E agradeci, agradeci... Então percebi que o desafio não é ficar sem comer, o desafio é lidar com a angústia que a fome "lembra...". Até resolvi começar a fazer salgados (empadinhas de frango) para começar a vender para "matar a fome" das pessoas, a partir de um movimento sistêmico que senti de fazer. Até Olinda me lembrou a fazer tudo low carb... Na segunda semana pra cá, agora já não sinto mais aqueeeela fome. E as angústias cessaram... e eu já senti que não precisava mais comer um monte, só para tentar eliminar a angústia. Pelo o contrário, pela primeira vez, em anos, me permiti deixar um pouco de comida no prato. Antigamente era proibido deixar comida no prato, não tínhamos o privilégio em poder desperdiçar. E todo esse movimento de cura aconteceu, só em participar das oficinas. Agora? Nossa! Agora eu sinto mais vigor, ânimo e o que mais me chamou a atenção, me voltou o bom humor. Estou mais feliz! Não estou mais "enfezada".

Agora, estou me organizando, para nos alimentarmos mais saudável em família (Thiago, Carol e eu), pois ainda comemos muita carne, muitos embutidos, muito leite, bebidas alcoólicas, refrigerantes, massas, pães, açúcar e doces. Já conversei com meu esposo e estamos nos ajustando e negociando... rsrsrs... não precisa ser radical. Tudo que é 8 ou 80, uma hora despenca.

Hoje fui ao médico; estou com 82 kg. E minha meta é ficar com 60kg - 62Kg. Tenho pressão alta, (naturalmente ficava 13/9), mas me surpreendi hoje, pois já nesses primeiros dias de pequenas mudanças e aplicando o "só por hoje" que Olinda nos presenteou, a minha pressão deu 10/60, acredita? Pois é... milagres acontecem! E como diz Olinda: "- Nós podemos fazer os milagres acontecerem..!"

Daí você pode me perguntar: "- Tá, mas que resultado você nos mostra através desse compartilhar? Você continua gorda!"

Eu respondo: - Se você está gorda (o) como estou ainda, você teria coragem de compartilhar o quanto você pesa hoje, o quanto você come e que você come todos os dias? Só de você compartilhar sua realidade, isso lhe move a querer mudar, para o melhor! Eu não escrevi antes, pois eu ainda estava no processo de aceitar a mudança e tinha medo de que não teria resultados. Agora que consegui fazer esses pequenos movimentos, senti coragem de relatar minha realidade atual, na esperança de obter os resultados que almejo.

Uma nova atitude que tomei hoje, na última Live da Olinda, é que vou comprar só roupas normais daqui para frente, e não mais roupas largas, com número maior para disfarçar as gordurinhas. Se eu escondo, na verdade é porque eu ainda não lidei com esse problema, com essa questão. Então vou assumir a situação atual, para conseguir aprender a lidar com ela e, olhando para isso, poderei resolvê-la.

Não pense que para mim foi fácil me expor assim. Normalmente, nós mulheres gostamos de contar só sobre conquistas, vitórias, êxitos de perdas de peso, mas quando a gente não conquista nada, é melhor ficar quieta, não é verdade? rsrsrs...

Mas para mim, já é uma vitória só em conseguir modificar pequenos hábitos no meu dia a dia e já sentir os efeitos do bem-estar e vigor! Acredito agora, que emagrecer será só uma consequência, pois a meta já foi alcançada, no âmbito individual. Agora, quero fazer isso no âmbito familiar. Saúde à mesa, para todos. Mais frutas, legumes, menos carboidratos, mais água, menos refris. Eu já não tomo Coca-Cola, mas Gengibirra sempre foi uma tentação... rsrsrs... Só que agora eu já aprendi como ter o meu auto-controle diante das comidas que não alimentam de verdade e muito menos são saudáveis.

Vez ou outra irei à uma festinha de aniversário? Sim. Irei a um almoço ou jantar em família? Sim, claro! Mas eu já combinei comigo mesma que: "Tudo bem comer um docinho ou um churrasco de vez em quando... é só comer o suficiente e não mais aquele mundaréu, enchendo o estômago até passar mal. Não preciso mais disso. Eu sou amada e já tenho tudo o que preciso!" E agora que descobri a dica em tomar água 30 minutos antes das refeições, percebi o quanto a água, além de saudável, ela tira aquela ansiedade por comer tudo o que vem pela a frente. É só não esquecer de tomar a água agora... rsrsrs

Outro insight que tive também, foi o de conversar com meu pai sobre ele me ajudar a cuidar melhor da minha horta. Meu pai trabalhou na roça, e como eu não tenho conhecimento profundo algum em plantar e colher, (pois só sei plantar, colocar adubo e regar...), imagino que para manter uma boa horta, é preciso mais conhecimento. E trazendo esse conhecimento que meu pai também, sei que também estarei honrando meus antepassados e constelando em mim a sensação de abundância de alimentos, podendo dizer a eles e a minha mesma: "- Em mim, nós concluímos isso... e agora temos tudo o que precisamos em abundância de recursos."

Gratidão, Olinda por compartilhar conosco seus saberes sistêmicos!

Quero poder dar outro depoimento daqui uns meses, comprovando que os saberes sistêmicos aplicados, realmente mudaram a minha vida, no quesito "eliminar peso".

Gratidão! Estou na fé, na esperança e na ação... por isso estou feliz, pois sei que vou conquistar as minhas metas em 2020! 

Gratidão, gratidão! ❤
Mari Amatti

P.s: Ah! Na foto cima estou com nossa nenê, a Carol. Essa foto é a minha mais recente de corpo inteiro. Na próxima foto, quero poder já usar roupas não tão largas assim... beijinhos.

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
Marinez da Silva Amatti Grochewski
Marinez da Silva Amatti Grochewski Seguir

Me chamo Marinez, sou filha da Adel e do Tião. Sou cantora, violonista, compositora, casada e mãe. Tenho formação em Constelação Familiar e PNL, pelo Instituto Anauê-Teiño. Espero compartilhar com vocês várias das minhas reflexões e experiências!

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