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O amor que liberta

O amor que liberta

Segundo Módulo - texto resumo.

Antes da felicidade, os pais. Esta frase me chamou atenção logo de início. 

Por amor, fazemos inconscientemente coisas que demonstram lealdade aos pais ou ao sistema familiar. Para pertencemos a um grupo ao ao sistema familiar nós fazemos tudo, inclusive renunciar a felicidade. 

Agimos por lealdade para não contrariar ao grupo que pertencemos (a família) para não sermos excluídos, porque a solidão traz uma grande dor que pode até levar a morte. Essa lealdade pode trazer emaranhamentos, que são situações desproporcionais à nossa realidade, como uma grande tristeza, solidão, sofrimento, doenças, que não tem proporção ao contexto.

A lealdade pode fazer com que não percebamos as oportunidades boas que o mundo oferta. Nem todas as memórias transgeracionais devem ser vivenciadas com lealdade. Devemos deixar de ser leal no sentido sistêmico, não seguindo as crenças limitantes e negativas do sistema familiar ou as memórias epigenéticas. Uma forma de curar a lealdade, é reconhecendo a dor e sofrimento dos pertencentes ao sistema familiar, entendendo a justa razão do sofrimento, dizer que reconhecemos e sentimos muito, e declararmos que a partir de agora, você, como descendente, só  irá carregar o melhor dos antepassados e seguir para uma vida feliz.

Deixaremos então de vivenciar o amor que adoece, sendo libertos dos vínculos de sofrimento, fortalecendo o pertencimento pelo amor. E veremos que o sucesso, a felicidade, a prosperidade vai se manifestar em nossas vidas.

Segundo Bert Hellinger, curar tudo é possível através do Amor do Espírito, pois o amor cura a si mesmo, cura a dor, a raiva, as doenças, os sofrimentos. Amor do Espírito é o amor da Compaixão, da empatia, do diálogo assertivo, do perdão.

O amor cura tudo.

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
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