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O primeiro grande êxito na vida

O primeiro grande êxito na vida

Bert Hellinger no livro Ordens do sucesso: Êxito na vida, êxito na profissão descreve que nosso primeiro grande êxito é o nascimento. Se me for permitido, quero acrescentar uma informação a isso.

Nosso primeiro grande êxito é a concepção!!!

Para que a concepção ocorra há tantas variantes que devem funcionar para que o milagre aconteça. Esse é o momento mágico do equilíbrio entre masculino e feminino. Em que, independentemente do que sintamos e tenhamos experienciado com nossos genitores, eles estão disponíveis para nós e passam a chama da vida.

Depois disso o genitor pode até se ausentar, mas o essencial foi dado por ele. A genitora ainda terá um grande percurso pela frente, na qual ela e o bebê em uma perfeita simbiose, vivenciam p desenvolvimento da criança.

Algumas teorias, como a antroposofia, dizem que a energia experimentada pela mãe antes mesmo da concepção já dita muitas das experiências vivenciadas pelo bebê e pela pessoa em sua vida. Que a concepção pode marcar profundamente nossa existência.

A nível energético, sabemos que tudo é vibração e de acordo com o que sentimos, criamos a nossa realidade. A nível biológico, o bebê vai receber todos os nutrientes necessários para seu desenvolvimento. Colocamos aqui também o material necessário para forma a célula- ovo (zigoto). Incluímos também que esse nutrir o bebê também se dá pelas emoções que a mãe sente (a grosso modo emoções nada mais são que um vasto resultado de reações bioquímicas do corpo). Ou seja, se a mãe experimentou muito medo, tanto no nível energético quando biológico o bebê será gerado dentro desse medo e é isso que ele conhecerá como realidade.

Por ser o nosso grande primeiro êxito, precisamos muitas vezes ajustar sentimentos, emoções e vibrações que experimentamos nesse momento. Se sua mãe estava chateada com seu pai, isso foi experimentado em sua concepção. Como consequência pode ser que influencie  sua relação com os homens em sua vida e, se você for homem, como sua própria identidade.

Por isso, o primeiro grande processo de autoamor que temos de fazer é ressignificar nossa concepção. É possível olhar para ela e ficar com o essencial, com o que nos foi dado e transformar as coisas que não precisamos mais.

Já temos o sucesso e abundância dentro de nós. Porém há barreiras que nos impedem de liberar isso, por isso o Renascimento é tão funcional. Olhamos para nossa concepção e nos conectamos com o amor necessário para gerar a vida. Deixamos que esse amor se multiplique em nós e afete positivamente nossa autoestima e autoamor.

Quando enchemos de amor esse momento tão mágico, o amor pode voltar a fluir.

 

Rodrigo Oliveira - Terapeuta integrativo

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
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