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O que eu Como?

O que eu Como?

Arroz e Feijão!

Mas o que realmente estou buscando, é engolir um coração.

A comida estufa minha barriga.

Mas meu anseio é estufar a alma.

A comida recobre meu esqueleto com tecido adiposo, pejorativamente, dolorosamente, chamado "BANHA".

Mas o que busco são cobertores de amores. Estes sim, aquecem a alma, derretem a banha, colorem o mundo.

O amor é quente!

No campo das afeições, o descaso, a distância, a incompreensão e seus companheiros são frios e condensam tudo ao redor. Inclusive as veias dos infartados.

Conscientemente não distingo essas sutis diferenças entre fome de amor e fome física.

E vou levando a vida... Uma garfada aqui, uma beliscada ali, uma colherada acolá...

Um mastigar sem parar na arte de tecidos adiposos colecionar!

Em algum momento de 2011 com aproximadamente 90 quilos.

 

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