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O tamanho da minha dor

O tamanho da minha dor

Hoje eu me permito, hoje eu me aceito, hoje eu acolho os meus problemas.

Me permito pedir ajuda, compartilhar minhas dores com algum amigo e principalmente com um terapeuta.

O sentimento de inferioridade, de nunca suprir minhas expectativas, de sempre me colocar em segundo plano, de não me achar boa o suficiente, levou com que eu guardasse essas emoções, principalmente a de rejeição e pouco amor, no meu próprio corpo, um verdadeiro estoque de emoções, pensamentos e sentimentos desequilibrados.

Esse estoque emocional que estava na “despensa do inconsciente” se externalizou em forma de gordura corporal, resultando em aumento desmedido de peso.

Era muito difícil olhar para o meu corpo, cada vez que me olhava no espelho trazia uma vergonha de mim mesma.

Novamente minha alma clamava atenção e cura. Por várias vezes estes sentimentos foram atenuados, me sentia leve e pronta para servir. O que eu já sabia disso tudo? Que para todo desequilíbrio existe uma causa e que precisamos sempre aprender mais a respeito de nós mesmos. Que eu preciso de humildade para buscar, saber que não é vergonhoso cair, não é vergonhoso estar no meio do caminho e ainda estar procurando pelo êxito e pelo sentido da vida.

Meu corpo está sem energia? O que meu corpo quer me dizer?

Agora ele acabou de me intuir que “só quer viver”. Mas VIVER, olhar para o sol, vida de gente viva. Ele me diz “vá e faça”. Mas fazer o quê? Primeiro procurar alguém para você conversar com o coração, que te olhe nos olhos com amor, que faça você se sentir a vontade, que converse com a alma. Corpo, mente, espírito e alma, um não existe sem o outro aqui na mãe terra. E então fale das angústias e das muitas vezes que se sentiu um fracasso. Também das vezes que achou que iria enlouquecer... pode chorar, externe as emoções guardadas, lave a alma.

Entendi o real sentido de lavar a alma... é liberar, dar voz e acolher com amor tudo o que está guardado. Muitos alívios imediatos.

E aos poucos a vida sorri para nós, mamãe sorri para nós e diz: "SIM filha (o), eu sempre estive aqui, você apenas não conseguia me ver, estou te esperando com braços, alma e coração aberto"... e então eu olho para a minha mamãe com muita vontade de tomá-la por inteiro. Agora eu vejo a vida, agora eu posso viver.

A construção do amor-próprio, da autoaceitação e do respeito ao corpo é algo que acontece primeiro no nosso coração, na nossa alma e na nossa mente. De dentro para fora. Se permita a procurar um terapeuta Sistêmico, Constelações Familiares, Terapeuta Floral, assim como eu você também merece florescer para a vida.

 

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
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