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PEDAGOGIA DO AMOR

PEDAGOGIA DO AMOR

 

Eu nasci professora, a vida me fez diretora e as constelações ensinaram-me a ser sistêmica e como tal, tornei-me aprendiz de terapeuta.

Ajudo as pessoas a tornarem-se mais prósperas, saudáveis e felizes. E se para isso elas precisarem ficar mais magras ou mais gordas, lidar com algumas dificuldades de relacionamentos ou financeiras, nós podemos fazer essa caminhada juntas e, o resultado com todos os clientes que atendo, tem sido maravilhoso.

Todo o meu trabalho terapêutico está fundamentado nos “Saberes Sistêmicos”, segundo o entendimento e ensinamento da psicóloga Olinda Guedes, que inclui Constelações Sistêmicas, Massagem Reparentalizadora, Oficina de Emagrecimento e Pedagogia Sistêmica.

Sinto necessidade de fazer essa breve apresentação, para que as pessoas saibam que, para mim, não existem gavetinhas compartimentalizadas, pois os conhecimentos sistematizados ou não, estão disponíveis, de acordo com os estudos e experiências vivenciadas e, deles eu posso lançar mão à medida que a necessidade se apresenta, pois acredito que “o campo informa” e creio firmemente em um Deus que inspira e para quem “nada é impossível”.

Então quando as pessoas me perguntam sobre Pedagogia Sistêmica, passa pela minha mente todos esses conhecimentos que vieram antes e, sendo fiel ao “Princípio da Ordem” e reverenciando os  “ancestrais” eu digo que essa é a Pedagogia do Amor, que nasceu das constelações, mas não conseguiu ficar encarcerada nos consultórios e atendimentos agendados, saltou para o mundo e encontrou a Escola. 

No princípio esse relacionamento gera algumas dúvidas e lembra “metodologia”. Nesse caso, preciso reafirmar que não é uma metodologia, porque o amor não é questão de métodos. Pedagogia Sistêmica é um estilo de vida. É um jeito de pensar, sonhar, viver e fazer Educação. Bert Hellinger, Mariane Frank-Gricksch e outros precursores que me perdoem por tratar com tanta simplicidade esses conhecimentos científicos tão profundos.

O educador, a educadora com uma postura sistêmica procura conhecer o seu aluno, o ser humano que vem trazendo para a escola seus sonhos, seus medos, sua história de vida e claro, sua família. De maneira muito especial, seus pais. E quando olhamos para ele com esse olhar ampliado, amoroso e sem julgamento, acontece o “eu vejo você”, e isso faz toda a diferença no processo que é a aventura do ensinar e aprender.

Partindo desse “achado” no mundo educacional, podemos entender que as diversas síndromes e a medicalização e a judicialização da educação é uma necessidade tão pequena, pois a maioria dos casos não passam de “vínculos de amor interrompidos”.

Ter compreendido isso, permite-me dizer aos professores: Não se preocupem, esse não é um conteúdo, ou um tema a mais e nem você vai precisar interromper os seus planejamentos para ensinar de forma sistêmica.

Meu caro colega, lá no curso que eu fiz com a professora Olinda Guedes, e também em um outro que eu fiz com o Jean Lucy, que também foi aluno dela, podemos aprender muitos conhecimentos “de peso”, para quem é mais acadêmico, como a maneira de aprender dos que funcionam de forma auditiva, visual ou cinestésica... bem isso daria um outro texto... Mas tem também dicas muito simples para os que são mais práticos.

Por exemplo, incluir as histórias de seus alunos e suas famílias quando estiver ensinando história. Nas produções de textos, permitir que eles tragam as suas “imagens internas”, registros e memórias de antepassados, para que assim eles, os seus alunos, se sintam vistos, valorizados, respeitados, e com isso aprendam também a honrar os que lhe trouxeram à vida.

É meu querido professor, minha querida professora, talvez você se emocione quando perceber que aquele que a escola rotulou como “aluno problema”, ele traz o sofrimento da sua família. Ele está revelando o que tem no coração dessa família. E também o que está escondido em todo o seu Sistema, inclusive o sistema escolar. Ele mostra o quanto lhe falta de afeto, de reconhecimento, de validação.  Esse aluno, está com a atenção em outro lugar, em sintonia com alguém do seu sistema que não consegue viver a vida com entusiasmo.

Está com a atenção voltada para alguém do seu sistema que está sofrendo, por isso ele não consegue prestar atenção na aula. Reconhecer os desafios que ele está vivendo, descobrir onde está a sua atenção o traz de volta para a sala de aula. É claro que importa muito os conteúdos mas importa para a vida os relacionamentos.

Quando o professor se importa, o aluno sente que está sendo ajudado e compreende que “Eu vejo você” significa também, eu ajudo você.

Que bom se o professor estivesse sempre à direita do aluno, numa postura de parceria, daquele que diz: segura na minha mão e eu na sua e, nunca em posição de confronto.

E quando estamos reconciliados cada um consigo mesmo e com os seus, somos mais felizes, e quando estamos felizes, aprendemos com mais facilidade e então nos tornamos agentes de transformação que fazem a diferença no mundo.

 

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Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
Neiva Maria de Mattos
Neiva Maria de Mattos Seguir

sou Consagrada no Instituto de Jesus Adolescente, sou Feliz como Irmã, professora e Diretora, sou educadora, sou contente, sou cristã, sou alegre , sou Terapeuta Sistêmica By Olinda Guedes, (Constelações, Massagens, Oficina de emagrecimento).

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