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Sobre Êxito na Vida

Sobre Êxito na Vida

A sociedade está organizada dentro dos padrões dos arquétipos do “Órfão”, do “Perpetrador”, do “Salvador” e da “Vítima”.

Isso determina o “modo de vida” de todo um povo. Isso cria dor e sofrimento, principalmente para as crianças e jovens.

A estruturação do “inconsciente coletivo”, da sociedade contemporânea, por meio das experiências de violência, da energia do perpetrador, tira das pessoas a condição de autonomia, de liberdade, de empoderamento sobre a própria vida.

 A partir dessas experiências, o indivíduo cresce dentro de um campo, cujas mensagens são: “Você é menos...”, “Você é órfão...”; e nesse estado, o indivíduo carrega a condição de oprimido. Então, ele vai considerar normal, natural, que alguém tenha que oferecer emprego a ele. Espera que o pai sustente. Nesse âmbito, da “Relação entre Pais e Filhos”, essa expectativa é normal, é saudável; ela chama-se “confiança”, “segurança”.

Quando, por inúmeras gerações, experimenta-se a ameaça a subsistência, ameaça a vida, resulta na sensação coletiva de dependência, de orfandade, e isso permanece. Exemplo.: “me dá um emprego...”, “me dá um salário...”.

Na idade adulta, quando é empregado, muitas vezes bem remunerado, não vê a hora de se aposentar.

A dinâmica é: “Tenho o pai! Agora tenho o pai...”. Então, agora que eu tenho o pai, eu posso me livrar do perpetrador. Esse é o desejo de fundo dessa energia de “querer se aposentar”.

Agora que eu tenho o pai – o dinheiro; eu posso ficar forte, me livrar do perpetrador (trabalho) e viver, fazer o que gosto.

Só aqueles que curam o suficiente, a memória do órfão dentro dos seus sistemas, tem coragem, condições para empreender, para trabalhar de forma autônoma, para ser feliz no trabalho mesmo que seja um funcionário.

Um indivíduo, em ressonância com a memória do órfão, no trabalho pode adoecer, ser sempre o primeiro a ser demitido, ser o oprimido, sofrer abusos, assédio. Em ressonância com a memória do órfão, poderá cometer sempre erros básicos. Nesta condição, se abrir uma empresa, vivera prisioneiro de empréstimos. O sistema econômico, o capitalismo moderno tem a condição de “padrasto”, de “madrasta”, explora aquele que precisa.

Depender do Estado significa “buscar o pai”.

Onde há a Justiça Social, a memória do órfão está curada. A dor da viúva está amparada. O pai não está mais solitário.

Portanto, aquele que gera empregos, de forma positiva e libertadora serve a vida! Está em ressonância com a presença do pai e da mãe, que do pouco faz muito; que milagrosamente, ampara e sustenta tantas vidas.

Por isso, uma empresa é uma energia viva que replica a memória dos sistemas, inclusive a de seus fundadores.

Algumas profissões aceitam gorjetas. Elas estão em ressonância direta com a condição do órfão em seus sistemas. Ex.: Uma criança fica profundamente feliz com moedas. Um adulto tem a noção das coisas, do custo das coisas. Uma criança se alegra com migalhas – órfão. Um adulto sabe o perigo das migalhas. Entretanto, só o bem agradecido pode crescer! Aquele que não agradece o pouco não pode tomar o muito.

 

Como agradecemos?

Tornando o pouco, muito!

Multiplicando! Multiplicando o que recebemos.

Transformando em mais!

 

As migalhas não resolvem porque elas são transformadas em menos. Recebe-se um pouco quando o pouco perde o seu valor. Ele mantém a condição de órfão.

http://bit.ly/FConst-2018-Mod6-Info

 

OLINDA GUEDES é mãe da Nina e Camila Maria, apaixonada pela vida, escreve com o coração o que cabe em palavras.  É mãe de mais outros cinco príncipes na terra, e quatro anjos no céu.

Conduz, no Instituto Anauê-Teiño, a Escola de Saberes Úteis. Uma iniciativa cujo objetivo é trocar saberes das diversas ciências com o propósito de uma vida mais feliz, próspera e saudável.

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Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
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Oilá, gente linda! É uma boa história a minha vida... ainda temos muito a viver. A parte mais linda é ser "Mamain" das duas princesas Nina Maria, Camila Maria e dos cinco príncipes cavalheiros...

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