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A DOENÇA COMO CAMINHO

A DOENÇA COMO CAMINHO

 

Curso: Formação Real em Constelações Sistêmicas

DADOS DO EXEMPLAR LIDO

Título: A doença como caminho.

Autor: Thorwald Dethlefsen e Rúdiger Dahke.

 

  • Qual a mensagem global que o autor deixou para você?

Todo ser Humano é doente mas tem em suas mãos a chave para buscar a saúde. No entanto as portas à serem abertas são fortemente protegidas por suas crenças e fraquezas, logo, apenas os realmente corajosos têm condições de vivenciar a cura.

 

  • A partir do que você leu, enumere 10 dicas para você criar excelência para sua vida.
  1. A doença é um estado que indica que o indivíduo deixou de estar em ordem ou em harmonia ao nível da sua consciência. Algo falta e essa carência manifesta-se no corpo enquanto sintoma. Um sintoma nos conhece tanto, é tão íntimo, que nos diz verdades difíceis de suportarmos. Se nos atrevermos a prestar-lhes atenção e a estabelecer com eles a comunicação, revelar-se-ão guias infalíveis no nosso caminho em direção à cura verdadeira. A diferença entre combater e transmutar uma doença está em que a cura produz-se exclusivamente a partir de uma doença transmutada, nunca com base num sintoma derrotado. Cura é redenção/iluminação, é conversão - como bem diz a mestra Olinda. A cura consegue-se apropriando-se daquilo que falta, que só é possível com a expansão da consciência. A doença não é o caminho que o indivíduo percorre em direção à cura;
  2. A dualidade - A cada não, a cada exclusão, incorremos numa carência e para permanecermos sãos há que permanecermos completos. Doença é polaridade e a cura consiste na superação da polaridade. Se suprimirmos um dos polos, o outro desaparecerá. Jesus ensinou unicamente o caminho que conduz da polaridade à unidade mas nem os seus discípulos mais chegados (salvo João) o compreenderam corretamente - Ele apelidou de "este mundo" à polaridade e à unidade chamou de Reino dos Céus. Jesus procura dirigir o olhar do homem para o significado e a importância da unidade, enquanto os seus ouvintes se aferram angustiada e convulsivamente ao mundo polar. Não podemos iludir a tomada de decisão porque "não fazer nada" é decidir contra a ação e "não decidir" é uma decisão contra a tomada de decisão;
  3. Um polo não existe sem o outro. Jesus disse: "Aquilo que fizerdes ao mais pequeno dos meus irmãos, a mim o fazeis"! Sabedoria, plenitude e tomada de consciência significam capacidade para reconhecer e contemplar tudo o que se manifesta na sua verdadeira essência. Para poder reconhecer e assumir a ordem o observador deve primeiro estar em ordem. Quando procuramos alimentar um dos polos, o polo oposto cresce na mesma proporção - saúde/doença, paz/guerra, viver/morrer. O repúdio de qualquer forma de manifestação é sempre indicador de falta de identificação - Tudo aquilo que não desejamos ser, tudo o que não queremos admitir na nossa identidade, forma o nosso negativo, a nossa "sombra", porque o repúdio de metade das nossas possibilidades não as faz desaparecer. O polo que colocamos de lado, a partir desse momento, passa a viver na sombra da nossa consciência, tornam-se invisíveis. Tudo que o Ser Humano rejeita alimenta a sua sombra. Devemos lembrar que o mundo exterior é formado pelos mesmos princípios arquetípicos que o mundo interior e pela lei da ressonância, apenas podemos nos conectar com aquilo com que estamos em ressonância. Quanto a nossa sombra, a sentimos sempre como algo externo a nós, porque se víssemos em nós não seria sombra. A projeção nada mais é do que o combate veemente aos princípios rejeitados no plano interior. A sombra contém tudo o que falta no mundo - no meu mundo - para que ele seja saudável e bom. Aquele que não tiver receio de empreender essa viagem pela obscuridade revelar-se-á, no final, um autêntico salvador, um redentor. A sombra dá origem à doença e o ato de encarar a sombra cura. Um sintoma é sempre uma partícula de sombra que se introduz na matéria. A sinceridade para consigo mesmo é a tarefa mais árdua e fundamental que todo aquele que procura a verdade alguma vez possa empreender e consiste na busca do conhecimento de si. Nisso a doença pode ser de grande auxílio, porque ela nos torna sinceros. O sintoma expressa de forma clara e palpável aquilo que a nossa mente tanto se esforça por rejeitar e esconder;
  4. O bem e o mal - A sombra contém tudo aquilo que o Ser Humano considerou mal, mas o mal depende do bem e vice-versa. O pecado é este desligamento da unidade, ser pecador é ser polar (toda escolha implica uma renúncia). Deus é a unidade que reúne em si toda a polaridade sem distinção - naturalmente também o bem e o mal, ao passo que o diabo é em si toda a polaridade sem distinção - naturalmente também o bem e o mal. Redimir os pecados é conseguir a unidade, mas chegar à unidade é tarefa impossível para aquele que renega metade da realidade e é isso que torna tão difícil a salvação: o ter que passar pela culpa. A aceitação da culpa liberta do temor e da culpabilidade. A sombra é a zona que não está iluminada pela luz do conhecimento e por isso permanece obscura, inconsciente. A sabedoria ou iluminação consiste em tudo contemplar e reconhecer que tudo está tal como deveria estar. Cada juízo de valor ata-nos ao mundo das formas e das preferências. Continuaremos pecadores e acreditando que podemos mudar o mundo atual e o Homem continuará a ser enganado pelo efeito de espelho, acreditando na imperfeição sem se aperceber de que apenas é imperfeito o seu olhar que o impede de ver a totalidade. Temos, por isso, de aprender a reconhecermo-nos a nós mesmos em tudo e a exercitar a equanimidade. Mas não devemos confundir esta equanimidade com a atitude de indiferença e que não passa de um misto de inibição e desinteresse. Percebemos uma pessoa perguntando: Como é que a pessoa faz as coisas? Atua de modo consciente? O seu ego estará comprometido na ação? A pessoa fá-las sem a implicação do seu Eu? As respostas a estas perguntas revelam se uma pessoa se prende ou se liberta através das suas ações;
  5. O amor é o instrumento da unificação dos opostos. O princípio do amor consiste em abrir-se e receber algo que até se situava no exterior, no lado de fora. O amor procura a unidade - deseja unificar - não separar. O amor é a chave da unificação dos opostos porque converte o Tu em Eu e o Eu em Tu. O amor é afirmação sem limitações sem condições. O amor quer ser uno com o universo inteiro e enquanto não o tiver conseguido não teremos realizado o amor. Se o amor seleciona não se trata de verdadeiro amor, porque o amor não separa e a seleção separa. O amor não deseja possuir e sim inundar. O símbolo desse amor que tudo abarca é o Amor de Deus pelo Homem. Deus - a unidade - não estabelece distinções entre o Bem e o Mal e por isso Ele é amor. "Amai o Mal e sereis redimidos;
  6.  O Ser humano é um doente, não adoece. É um doente porque lhe falta a unidade. O homem vive a partir do ego, e o ego anseia sempre pelo poder. Cada "eu quero" é expressão desse afã de poder. O Eu alimenta-se da dissociação e, por isso, teme a entrega, o amor e a união. O Eu elege e realiza um polo e expulsa a sombra que se forma em virtude da sua escolha para o exterior, na direção do Tu e do seu entorno. A doença reequilibra cada passo que o Homem dá a partir do ego mediante outro passo no sentido da humilhação e da vulnerabilidade. A vaidade torna-nos cegos como aquele rei cujas novas roupagens tinham sido tecidas com suas próprias ilusões. A doença sempre ataca o ser humano pelo seu lado mais vulnerável, especialmente quando ele alimenta a ilusão de poder mudar o rumo do mundo. A doença torna o Ser Humano passível de ser curado, é um ponto de inflexão a partir do qual aquilo que está incompleto se pode completar. Para que isso seja possível, primeiro precisa aprender a escutar e a ver aquilo que a doença lhe veio dizer. O paciente tem de conseguir tornar o sintoma "supérfluo" reconhecendo aquilo que lhe falta. A cura está sempre associada a uma ampliação do conhecimento e ao amadurecimento. Se um sintoma se produziu em virtude de uma parte da sombra se ter projetado no corpo, manifestando-se neste, a cura obter-se-á através da inversão desse processo, assumindo de um modo consciente o princípio do sintoma por forma a redimir o sintoma da sua existência material;
  7. Em busca das causas - O tempo corre nos dois sentidos, tudo se une eternamente - o que vem do passado e o que chega do futuro. Siddhartha - o rio é sempre o mesmo em todas as suas partes e para ele apenas existe o presente, não há nem sombra do passado nem sombra do futuro e quando o descobri, contemplei a minha vida e vi que também eu era um rio, e que o Siddhartha menino apenas estava separado do Siddhartha homem e do Siddhartha ancião por sombras e não por coisas reais. A crença de que existem relações operativas de causa e efeito é errônea na medida em que se baseia na suposição da linearidade do tempo;
  8. O método da interrogação profunda - Devemos lembrar que cada manifestação é determinada simultaneamente pelo passado e pelo futuro e a doença não escapa à regra, logo, por detrás de um sintoma esconde-se um propósito. Nesse caminho de autoconhecimento surgem continuamente pela frente obstáculos e reflexos de espelho, ou seja, corre-se o risco de não poder ou não se querer uma parte específica do modelo, que expressa-se como sombras. É importante frisar que a busca das causas no passado distrai-nos da informação propriamente dita na medida em que por meio da projeção da culpa se transfere para a causa a responsabilidade pessoal;
  9. Interpretação do quadro patológico dos sintomas: 1º regra - renunciar às aparentes relações causais no plano funcional. Devemos, acima de tudo, examinar os processos internos. Quais os pensamentos, temas, fantasias que ocupavam o indivíduo quando o sintoma se apresentou? Qual o seu estado de espírito? Ocorreram mudanças ou notícias significativas na sua vida? Com frequência os fatos mais importantes são precisamente aqueles que são tidos como triviais e insignificantes isso porque, através do sintoma, uma zona reprimida se torna manifesta e todos os fatos com ele relacionados terão sido também reprimidos ou desvalorizados. Vale recordar aquilo que se fazia, pensava ou imaginava no momento do seu aparecimento e, ao colocarmos a pergunta a nós mesmos, é bom que tomemos em consideração a primeira ideia que nos vier à cabeça e que não nos precipitemos em descarta-la por nos parecer incongruente. 2º regra: Analisar o momento do aparecimento de um sintoma. Indagar, na circunstância pessoal, os pensamentos, fantasias, sonhos, acontecimentos e notícias que situem o sintoma no tempo. Esta é a técnica de interpretação propriamente dita, a qual não é fácil de expor e de ensinar por meio de palavras. Antes de mais é condição necessária dominar a linguagem e aprender a escutar. A palavra é um meio portentoso para a descoberta de temas profundos e invisíveis. A palavra possui a sua sabedoria própria que ela comunica apenas a quem souber verdadeiramente escutar. Um bom ouvido para a palavra é como um bom ouvido para a música: em certa medida pode se exercitar. Quem tenha aprendido a perceber a ambivalência psicossomática na linguagem comprovará que o doente, ao falar dos seus sintomas corporais, costuma descrever um problema psíquico. Com o sintoma, o indivíduo atreve-se a dizer em voz alta o seu desejo. Quando examinamos sintomas corporais e os explicamos psicologicamente, instamos em primeiro lugar o indivíduo a dirigir o seu olhar para terrenos até então inexplorados para que comprove que de fato assim é. Aquilo que se manifesta no corpo está também na alma: assim na Terra como no Céu. Apenas a reflexão nos torna conscientes: se a ampliação da consciência produzir automaticamente uma modificação subjetiva fantástica. A falta de propósito representa aqui o ponto intermediário exato entre o desejo de evitar e o de incitar, É a calma o ponto intermediário que permite que algo novo aconteça. Aquele que combate ou que persegue, jamais atingirá o seu objetivo pois, todo propósito de modificar alguma coisa provoca o efeito contrário (o propósito de dormir imediatamente é a melhor maneira de permanecer acordado). Há um risco e um equívoco no fato de os sintomas das doenças considerados como princípios tidos como negativos, tanto pelo indivíduo como pela coletividade, o que impede que sejam vividos e vistos de um modo consciente. Tropeçamos com frequência nos temas agressividade e sexualidade... Se alguém exclamar, indignado, que a falta de repressão conduzirá a um aumento dos horrores perpetrados, bastará informá-lo de que a agressividade anda por aí à solta ainda que a não vejamos, e que não é por encará-la de frente que ela aumentará ou piorará. Enquanto a agressividade (ou qualquer outro impulso) permanecer na sombra, subtrai-se à consciência e é isso que a torna perigosa. Será conveniente substituir um pensamento excessivamente analítico e racional por um pensamento plástico, simbólico e analógico pois os conceitos e associações idiomáticas permitem captar a imagem com maior rapidez. São as faculdades do hemisfério direito as mais aptas para descortinar o significado dos quadros da doença. 3º regra: Abstrair-se do sintoma, convertendo-o em princípio, e transpô-lo para o plano psíquico. Escutar com atenção as expressões idiomáticas que nos poderão servir de chave uma vez que a nossa linguagem é psicossomática. Quase todos os sintomas nos obrigam a alterações de conduta que se podem classificar em dois grupos: por um lado os sintomas impedem-nos de fazer coisas que gostaríamos de fazer e, por outro lado, obrigam-nos a fazer aquilo que não desejamos fazer. Se atribuirmos à doença um propósito e um sentido, as alterações impostas na conduta permitir-nos-ão retirar boas conclusões a respeito do propósito do sintoma. Uma alteração forçada de conduta é uma retificação forçada e deve ser encarada com seriedade. O doente costuma opor tanta resistência às mudanças forçadas na sua vida que na maior parte dos casos procura neutralizar a retificação o mais pronto possível e prosseguir, imperturbável, o seu caminho. É importante que o indivíduo se deixe perturbar pelo transtorno. Um sintoma não faz mais do que corrigir um desequilíbrio pois ativa o polo rejeitado. Há que prestar atenção à sua intimação, renunciar voluntariamente àquilo que nos é retirado e abraçar sem hesitação aquilo que nos é imposto. A doença é sempre crise e toda a crise exige evolução. A doença pretende conduzir-nos a conhecer novas zonas desconhecidas e ainda não vividas - quando atendemos ao chamamento de modo consciente e voluntário damos um sentido à crise. 4ª regra: As duas perguntas... "Que me impedem este sintoma de fazer?" e "Que me impõe este sintoma a fazer?" costuma revelar rapidamente o tema central da doença. Ao abordar o tema da polaridade vimos que por detrás de cada par de contrários existe a unidade a exemplo de que por detrás da hipertensão como da hipotensão, uma fuga aos conflitos. Da mesma forma que a alegria tanto pode se manifestar através do riso como do choro, cada tema é passível de se manifestar sob a capa de sintomas aparentemente contrários;
  10. Etapas da escalada - Ainda que um sintoma torne o Ser Humano completo, ao concretizar no corpo o que falta na consciência, o processo, porém, não resolve o problema definitivamente, isso porque o Ser Humano permanece todavia incompleto mentalmente até que tenha assimilado a sombra. O homem só poderá aprender, amadurecer, sentir e viver, graças à consciência. Ainda que o corpo seja a condição necessária para a experiência, há que reconhecer que o processo de apreensão e de tratamento se opera na mente. Apenas a apropriação do princípio (conteúdo) libertará a tarefa (forma) do seu caráter doloroso. Caso não se olhe para o conteúdo do sintoma, as "chamadas de atenção" não apenas persistirão como se tornarão cada vez mais definitivas - fase de escalada. Quanto maior for a resistência maior será a pressão exercida pelo sintoma e são sugeridas sete etapas de escalada: 1 - pressão psíquica (pensamentos, desejos, fantasias); 2 - transtornos funcionais; 3 - transtornos físicos agudos (inflamação, feridas, pequenos acidentes); 4 - afecções crônicas; 5 - processos incuráveis; 6 - morte (por doença ou por acidente); 7 - defeitos ou transtornos congênitos (karma). Antes de se manifestar no corpo como sintoma, o problema anuncia-se na mente sob a forma de tema, ideia, desejo ou fantasia. Quanto mais receptivo o indivíduo estiver aos impulsos do inconsciente e quanto maior a sua disposição para dar expansão a esses impulsos, tanto mais a sua trajetória vital será dinâmica, menos limitado por padrões e crenças sociais. Isso é muito relevante uma vez que, aquele que se conforma com ideias e normas bem definidas não pode dar-se ao luxo de ceder aos impulsos do inconsciente porque estes põem em causa o seu passado e sugerem novas prioridades. Por essa razão o indivíduo em questão acabará por enterrar a fonte da qual costumam brotar os impulsos e viverá convicto de que tal não lhe serve. É esse nosso empenho para nos tornarmos insensíveis ao nível psíquico que desencadeia a fase da pressão psíquica - que é a descida ao plano material. Atentar-se de que, todo impulso ao qual se negue integração voltará a nós vindo aparentemente do exterior/espelho. Depois aparecem os sintomas de inflamação aguda que podem instalar-se sem quaisquer problemas em quase todas as partes do corpo - as ites. Toda doença inflamatória é uma clara incitação para que se compreenda algo, e visa tornar visível um conflito ignorado. Se não a transmutarmos, as inflamações agudas adquirem caráter crônico - as oses. Estes processos crônicos costumam acarretar alterações irreversíveis que qualificamos de doenças incuráveis e mais cedo ou mais tarde este processo conduzirá à morte. Ela lembra ao Homem que toda a existência material o leva a ela. A mensagem é sempre LIBERTE-SE! Liberte-se da ilusão do tempo e da ilusão do Eu. A morte é sintoma enquanto expressão da polaridade que cura-se por meio da concretização da unidade. E com o último passo da escalada, o dos defeitos ou transtornos congênitos, fecha-se o círculo. Tudo o que o indivíduo não tenha compreendido antes da morte ficará gravado na sua consciência e constituirá um problema na encarnação seguinte. O Ser Humano vem ao mundo com um corpo novo mas com uma consciência antiga. O Ser Humano traz também os seus problemas específicos e utiliza o meio que o rodeia para expô-los e redimi-los. Os problemas não se produzem bruscamente nesta vida, apenas se manifestam agora. Todo o ser vivo que participe na polaridade está incompleto, ou seja, doente. O mesmo se pode dizer dos animais. Não há grandes doenças nem acidentes que aconteçam bruscamente, como que caídos do céu, existem apenas pessoas que durante demasiado tempo se empenhem em agarrar-se a céus dos quais caem cosias. Quem não engana a si próprio não sofre desilusões. É possível deduzir se uma interpretação está correta ou não pela reação que ela suscita. As interpretações corretas começam por desencadear uma espécie de mal-estar, uma sensação de medo e, por conseguinte, de afastamento. Regra: Uma observação, quando é acertada, dói
  • Considerando a realidade onde vive, o que você aplicou, imediatamente, assim que leu?

Pude perceber que, realmente, a partir do momento que recebemos e nos apropriamos de um livro, sem mesmo que o tenhamos lido ainda, aquele conhecimento já começa a operar em nosso campo de vida.

O que apliquei? Depois de um exame que identificou um mioma benigno em meu útero pude perceber precisamente quando e qual conflito eu vivenciei que deve tê-lo desencadeado e também já estava no movimento do sim. Sim eu concordo, sim eu reconheço isso tudo e sim eu já estou mudando o que é necessário. Ainda recebi a indicação do uso de Lavanda para auxiliar neste processo, da linda Olinda.

O que apliquei? Olhei bem nos meus olhos e tive a coragem de ver e reconhecer uma fraqueza.

  • O que você transformou em si mesmo com a leitura deste livro?

Sinto-me um tanto mais crescida, mais forte. Já consigo ver um pouco além no horizonte. Meu pendulo da dualidade será mais rigorosamente monitorado a fim de reduzir seu lastro de oscilação.

  • Quais as mudanças que você se compromete em tornar real a partir desta leitura?

Dar ainda mais importância às percepções que eu sempre tive em relação aos sinais do meu corpo e ainda mais, dar mais atenção as minhas percepções emocionais com o objetivo de elabora-las. 

Além disso, pude "reescutar" algumas frases que eu tinha guardadas aqui e que eu não entendia. Agora percebo que devo realmente apurar os meus ouvidos para ir ainda mais além do escutar, para chegar no ouvir, porque o campo fala o tempo todo.

  • Se você encontrasse o autor do livro, o que você diria a ele?

Tentei resumir seu livro, mas é tanta, mas tanta informação tão substancial que não tem jeito.

Muito grata por esta obra tão luz.

  • Enumere 3 pessoas para as quais você sugeriria este livro e justifique.

- Minhas irmãs, Elaine e Elissandra.

- Minha prima, Joelma, que disse que eu a indicasse livros e sei que ela lê mesmo.

 

#Fichamento

Constelações Sistêmicas

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
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