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A MINHA CONSTELAÇÃO NA ÁGUA

A MINHA CONSTELAÇÃO NA ÁGUA

Tema: A escassez
A minha intenção: O merecimento de ser uma pessoa feliz próspera e saudável.

Comecei a relatar que com os estudos na escola real e muitos insights, leituras dos livros recomendados, fui percebendo o quanto o espírito de escassez em minha vida era muito grande.

Quando trouxe esse sintoma para minha consciência, consegui através das leituras recomendadas pela professora Olinda Guedes ressignificar, senti que foi um salto quântico na minha jornada do autoconhecimento. Como toda a família também compartilha desse sintoma de escassez principalmente a minha mãe, quando escuto é as frases que faz recordar essa escassez eu sentia muita raiva.

Essa raiva estava me deixando muito incomodada, por sentir que talvez não estivesse respeitando e honrando a minha mãe, sempre fui uma filha obediente atenciosa, e não queria desrespeitá-la, com a minha irritação.

Já nas primeiras escolhas das figuras EVA a professora Olinda já tinha informação do campo que a emoção e a minha voz já tinham mudado. E a pergunta foi quem do meu sistema tinha ficado órfão? Lembrei que a minha mãe contava que a minha bisa tinha morrido muito cedo e que o meu avô materno, conhecia as histórias da bisa, pela visão do meu biso e da funcionária que foi contratada para cuidar da casa e das crianças.

O meu biso nunca mais se casou.

Agora eu sei vovô Antônio, foi muito triste saber que a sua mãe foi uma mulher muito organizada e caprichosa. O vovô, sempre com muito orgulho contava para minha mãe que aquela casa era tão limpa que até uma noiva podia deitar-se no chão.

Penso que você conhecendo essas histórias e não ter dividido essa casa com ela tenha sido muito difícil.

Então agora eu sei por que você sempre fez questão Vovô de ser tão organizado e caprichoso, conseguia sempre ter muito êxito nas suas roças de milho, feijão, mandioca e outras tantas coisas que cultivavam. Seus galinheiros chiqueiros e os pastos sempre fartos, suas vacas leiteiras traziam o sustento para casa e também sobrava muito leite e carnes para ser comercializado, porém sempre nos negócios você acabava trocando 6 por meia dúzia era o termo que a minha mãe contava.

Aí você tinha as terríveis enxaquecas e ficava 4 ou 5 dias em um quarto escuro. Saia de lá daquele quarto escuro e começava tudo de novo com muito ânimo entusiasmo, mas com pouca prosperidade. Ao mesmo tempo que você conseguia comprar mais terras, mais carroças, mais gados, recomeçava tudo de novo, ficava como a mais perfeita fartura, do mesmo jeito que ela chegava você perdia tudo. Vovô agora eu seu quem tem orfandade de mãe não tem prosperidade.

E por amor e para continuar pertencendo os seus filhos, inclusive permanecem infelizes, pobres e doentes. (enxaqueca) A minha frase constelatória do livro “Além do Aparente.” “Eu não serei melhor que vocês se me tornar feliz, prospera e saudável porque, querido vovô querida mamãe, aqui em mim nós podemos.”

Vovô Antônio e a Vovó Francisca Natália

Na foto seguinte suas filhas na cadeira sentada a minha Tia Alice ao lado a minha mãe Maria Leoni, Tia Galzida, Tia Marlene, Tia Delaci faltou a Tia Eudocia, A mais velha tia Amália morreu aos 9 meses e entre a minha mãe e tia Alice teve um bebe natimorto. Meus Tios Valdomiro, Dinarte, Carlos, Leônidas.

 


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