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AUTO AMOR

AUTO AMOR

Ao rever uma das aulas do segundo módulo, chorei muito ouvindo o relato da Olinda sobre o dia em que decidiu ser mãe da Nina.

Fui tomada pelo choro, me emocionei muito.

Na minha família é bem comum chorar por coisas banais, ver as lágrimas nos olhos em simples conversas. Somos do tipo que chora ao ver alguém chorar, sem nem ao menos saber o motivo.

Hoje eu vejo toda essa dor, que foi reprimida, o choro da incompreensão, das injustiças, dos amores não vividos, das palavras não ditas, das acusações desmedidas.

Vejo em me pai, que já passou por cirurgia cardíaca, quanta tristeza esse coração carrega. Não foi cuidado de pequeno, costuma dizer que foi criado solto igual bicho. Saiu de casa muito jovem, seguiu a vida, não pode doar amor aos seus filhos, pois seu tanquinho de amor estava vazio.

Mas hoje diante de tudo isso, eu serei desleal em certo ponto e serei feliz pra vocês e por vocês. Darei amor a mim mesma e aos meus filhos, para que eles consigam sentir-se amados e amar também um dia.

Com as lágrimas escorrendo, quero ainda registrar, para quem possa vir a ler este relato, se dê amor, na pequenas coisas do dia a dia, faça aquela comida que mais gosta, ouça sua música preferida, se dê flores, massagens, você tem aí dentro todo o amor que necessita.

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