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CAMPO MORFOGENÉTICO

CAMPO MORFOGENÉTICO

A teoria do Campo Morfogenético foi abordada pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake, Nascido em Newark-on-Trent, na Inglaterra. Sheldrake estudou em uma escola anglicana e foi estimulado no seu interesse por plantas e animais por seu pai, um naturalista e microscopista amador.

Autor de vários livros e trabalhos científicos, em que trata sobe a análise e estudo do campo morfogenético.

Rupert entende que: “Os campos morfogenéticos, ou campos mórficos, são campos que levam informações, não energia, e são utilizáveis através do espaço e do tempo, sem perda alguma de intensidade depois de ter sido criado. Eles são campos não físicos que exercem influência sobre sistemas que apresentam algum tipo de organização inerente.”

“Todas estas coisas são organizadas por si mesmas. Um átomo não tem que ser criado por algum agente externo, ele se organiza só. Uma molécula e um cristal não são organizados pelos seres humanos peça por peça se não que cristalizam espontaneamente. Os animais crescem espontaneamente. Todas estas coisas são diferentes das máquinas que são artificialmente montadas pelos seres humanos.”

“Esta teoria trata sistemas naturais auto-organizados e a origem das formas. E eu assumo que a causa das formas é a influência de campos organizacionais, campos formativos, que eu chamo de campos mórficos. A característica principal é que a forma das sociedades, ideias, cristais e moléculas dependem do modo em que tipos semelhantes foram organizados no passado.

Há uma espécie de memória integrada nos campos mórficos de cada coisa organizada. Eu concebo as regularidades da natureza como hábitos mais que por coisas governadas por leis matemáticas eternas, que existem de algum modo fora da natureza.” (Sheldrake, 1981).

Um campo morfogenético não é uma estrutura inalterável, mas que muda ao mesmo tempo, que muda o sistema com o qual está associado. O campo morfogenético de uma samambaia tem a mesma estrutura que os campos morfogenéticos de samambaias anteriores do mesmo tipo. Os campos morfogenéticos de todos os sistemas passados se fazem presentes para sistemas semelhantes e influenciam neles de forma acumulativa através do espaço e o tempo.

A palavra chave aqui é “hábito”. Este é o fator que origina os campos morfogenéticos. Através dos hábitos, os campos morfogenéticos vão variando sua estrutura, dando causa deste modo às mudanças estruturais dos sistemas em que estão associados.

Por exemplo, em uma floresta de coníferas é gerado o hábito de estender as raízes mais profundamente, para absorver mais (e/ou melhores) nutrientes. O campo morfogenético da conífera assimila e armazena esta informação, que é herdada não só por exemplares no seu entorno, mas em florestas de coníferas em todo o planeta, por efeitos da ressonância mórfica.

Assim, se alguém de determinada espécie ou grupo morfogenético aprende uma habilidade, adquire um hábito, fica mais fácil para os outros membros também aprenderem ou adquirirem o costume. Sendo assim, o passado influencia o presente, as ações e aprendizados dos ancestrais estão fadadas à repetição.

1- Sheldrake, Rupert, A New Science Of Life, The Hypothesis Of Morphic Resonance, Inner Traditions, 1995 ISBN 0892815353

2- Biography of Rupert Sheldrake, Ph. D. Arquivado em 4 de dezembro de 2013, no Wayback Machine. Acessado em 15/05/2010.

 

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