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CONCLUSÃO DO SEGUNDO MÓDULO

CONCLUSÃO DO SEGUNDO MÓDULO

Ah! O amor... o módulo é lindo e cheio de amor pelas palavras. Eu percebo que muitas atrocidades que acontecem no mundo são por falta de amor, ou melhor dizendo, por reprimi-lo ao ponto de não deixar fluir.

Muitas doenças vem devido a falta de amor.

Como dito na aula 02, trazemos a lealdade a um sistema que sofreu demais e com isso replicamos em nossa vida, em nossa família (digo aí em um casamento), em nossas amizades, trabalho, etc. Assim a pessoa se torna cada vez mais infeliz, pois não vê um motivo atual para tudo estar acontecendo da forma que está acontecendo.

Com a lealdade trazemos o emaranhamento de coisas dos nossos ancestrais e da nossa realidade atual, com isso, se perde o que é passado e o que é presente, deixando a mercê o futuro. Como diz a frase "antes da felicidade, os pais" eu concordo demais, afinal, felicidade é um estado de espírito que devemos buscar, sendo que ela está a todo tempo ao nosso lado, mas não conseguimos enxergar por conta desses emaranhamentos (que vejo como os traumas que carregamos).

Com tudo isso, quando nos tornamos leais á esse sistema, não conseguimos enxergar as oportunidades que há em nossa frente, e nos frustramos. Quando tudo entra em colapso, não conseguimos, muitas vezes, enxergar uma solução, e como foi discorrido na aula 03, tudo na vida tem que ter uma ordem para que assim o fluxo possa seguir o percurso normal.

A ordem de "eu sou menor e você é maior" aos genitores, e assim sucessivamente, é a maior das ordens. Todos temos o nosso lugar em nossa árvore genealógica e devemos respeitar isso pois se estiver algo fora do lugar, tendemos a ficar em um ciclo interminável.

Como dito no módulo 01, "a energia precisa ser transformada, senão as coisas continuam a se repetir". Com isso observamos na aula 04 que colocando em ordem e sabendo que não somos sozinhos, ganhamos um universo mais saudável, visto que estamos em sociedade e temos a empatia, o querer bem ao próximo.

Aprendemos que no sistema não existe o eu, mas o nós, pois a todo momento precisamos ajustar o nosso sistema para que os que vierem depois não sintam tanto quanto os que vieram antes, e claro, para que também, os que vieram antes possam ser honrados e libertados da dor passada.

Nas aulas 05 e 06 são propostas soluções para esse emaranhamento. Constelação, terapias, etc, com o objetivo de trazer consciência de que isso é de extrema importância para a nossa existência. Com essas curas, com certeza, atingiremos o amor do espírito, um amor que acolhe, que ajuda, que levanta, que acalanta, mas também que é crítico, rigoroso e correto. Sejamos fortes e conscientes de nossa trajetória! Sejamos amor em todo o momento.

Em minha vida eu sempre fui uma criança manipuladora que pensava demais e conseguia tudo que queria, uma criança mimada e muitas vezes sem limites. Isso gerou um emaranhamento enorme, tanto de pai quanto de mãe.

Senti dor, quase desisti da vida, observei abusos durante a infância devido a um pai extremamente rigoroso e a uma mãe que não dialogava, apenas batia...

Aos meus 16 anos eu entrei na Umbanda, a religião que eu pratico até hoje, que me ajudou a modificar muitas coisas, a não aceitar muitas coisas e a saber quem eu era, pois eu estava completamente perdido e sem rumo. 

Eu nunca tive a oportunidade de fazer um tratamento com um profissional da área, me tornei terapeuta para curar, primeiro a mim, para então ajudar na cura do outro.

Eu amo o que faço e a cada módulo, a cada aula, a cada estudo em leituras de livros de constelação, eu me apaixono e sei que estou no caminho certo.

. isso não é uma folha. MotherNature's Heart -- photo: Brian Knott © All Rights Reserved

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