15 de Outubro -DIA DO PROFESSORPor isso, sou PROFESSORPra falar pra vocêAs letras, os fonemas,Estudando os temasDa vida, da luta,Da triste labutaQue enfrenta o pobre.Mas que é tão nobreQual rei
De repente, o ventre, palpita, uma vidaAli tão querida e tão desejadaContando as baladas, ela logo suspiraSeus olhos são liras, são versos, toadas.Pra ela é um bem, e nunca acidente,Que
Nos tabuleiros é bomTem manga, tem murici,Tem banana e puçá,Tem até abacaxi,Tem mangaba e mamão,Tem melão e oiti. Nas feiras tem maxixe,Tem melancia e melão,Tem guabiraba e grugori,Tem graviola, feijão,Tem caju
Seu moço, eu sou da roça,Nascido em mão de parteira,Bebendo leite de cabra,Tapioca, na peneira,Viajando em caçuá,Dormindo sobre uma esteira.Minha casa era de barro,Onde pisava, só chão,A água era tiradaDe
A chuva " Gotas enormes e alegresQue da minha chuva, vemDeixa as cidades molhadasE as pessoas, tambémTem criança nas goteirasDe casas e de armazéns.No sertão, a minha chuvaVai alegrar minha genteQue
Retrato de MãeDebruçada ao berçoDo filho esperadoSentido o baladoE forte batidoQue vem de seu ventreDo filho querido,Não está nascido,Mas já é amado.Ao nascer, despertaEmoção, carinhoSeus braços são ninhosQue acolhe o