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Está chuva? Está ruim. Está Sol? Está pior.

Está chuva? Está ruim. Está Sol? Está pior.

A vida tem três coisas difíceis e complexas, e seis coisas lindas e simples. E a gente olhando para as difíceis.

O dia teve calma e tranquilidade, um cliente complicado e acabou-se o dia.

O trânsito estava uma delícia, uma fechada estranha, o transito é o fim.

A gente se reúne com amigos para cada um contar como está pior que antes. E o outro pior que amanhã e assim ficam os encontros. Pesados. Mas e o encontro?

A gente arruma um emprego e ganha 10 reais a menos e chora: "Que trabalho ruim, onde foi que errei?"

Nós estamos com saúde e reclamamos que tá sol. Estamos sem saúde e comentamos: "Também com esse frio, quem não adoece?"

A namorada tava sossegada, tomou uma negativa do namorado: "Ele não me ama mais."

Ouve se uma música que não gosto, o gênero é ruim. E a que gosto está muito alta ou muito baixa.

Percebem?
Estamos andando e nos conveniando diariamente e um clube de energias muito densas, difíceis, e até nocivas para nossa saúde mental, emocional e espiritual.

Ganhamos mini troféus diários por mergulharmos de cara e coração nesse estado. E quais são as recompensas? Sermos aceitos, pertencermos a esse estado natural de dores e reclamações.

Como se não merecêssemos viver em um estado de glória, facilidade e amor contínuo. Assim como muitos de nós que vê a felicidade como sendo apenas uma palavra e não como filosofia e verdade.

O que de melhor podemos fazer por nós mesmos, é entender que está tudo bem passarmos por momentos e situações desagradáveis. Ou seja, situações que apenas não conseguimos lidar, mas não é tão ruim assim.

Percebe que, quem dói muito, permanece no estado de vítima. Eternamente preso no emaranhado da existência. E a vida vai passando, o que você tem feito?
O que você deixará de legado? As pequenas coisas abarrotaram seu pensamento e emoção de um jeito em que nada mais vale a pena?

Temos ferramentas e mais ferramentas, terapias e mais terapias para o auxílio pessoal, para podermos enxergar que algumas dessas dores são mais complexas que outras. E assim podemos estar liberados. 

Então, se eu puder dar uma receita 'científica' agora para o bem-estar mundial, e o nosso, daria essa simples, porém trabalhosa instrução. Acontece que muitos de nós (os egos) acostumamos com a dor.

Então lá vai: (papel e caneta na mão)!

- Um maço de respirar;
- Durante 7 dias da semana em (lua cheia, crescente, minguante ou nova): Não reclamar;
- Um joelho no chão para meditação (essa posição pode ser a gosto, até deitada.);
- Uma simplicidade de caminhar aceitando que está sol e está bom, está chuva e está bom. Afinal você não aceitar não vai fazer mudar o tempo, a pessoa que te fechou, o mundo ao seu redor. Vai mudar a forma que você vê as coisas.

E a ultima mas não menos importante:
Você  sente que estar vivo é algo lindo e importante? Então, vamos exercitar a gratidão.


Agradecer as coisas boas, perceber as coisas boas. Agradecer as seis coisas lindas e simples da vida... o trânsito que estava bom, o encontro com amigos, o emprego novo, o sol, a saúde, ao amor da esposa e do marido, a música que se ouve.

Sermos gratos por existirmos e sairmos do piloto automático. Por ventura podemos perder o mini troféus. Mas está tudo bem, você passará a pertencer a uma ordem muito maior chamada Deus.

Assim, eu começo:
Está chuva? QUE GOSTOOOOSO. Está Sol? Está MELHOR AINDA!


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Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
Rayanne Jarcem
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Um cadinho de Cláudio e um tantin de Edilma! Uma mistura que cresceu e foi investir no amor a vida. Também pudera, o que eles me deram é muito grande. É o novo, portanto, é poesia.

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