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A ORTOGRAFIA SISTÊMICA

A ORTOGRAFIA SISTÊMICA

Nossa Mestra sempre nos ensina a viver sistemicamente. Ter a abordagem sistêmica como estilo de vinda.

Gosto tanto de ler, de escrever, mas não sei. Preciso de orientadores, como em tantas outras áreas nessa minha vida. Preciso de alguém que me pegue pela mão.

Creio que todos precisemos.

Esse alguém precisa nos levar sempre, como a gente levaria uma criança no primeiro dia de escola. Deveríamos ser empáticos com ela, termos compaixão, compreensão; nós deveríamos sentir sua dor de estar assustada com o novo., sem a proteção da mãe, dos pais, pela primeira vez em um lugar externo a casa; observarmos se ela está assustada, entendermos com o quê, escutarmos suas dores  e descobrirmos, de qual forma, recebendo ela e seu mundo em nossos corações, seu ponto de vista, poderíamos ajudar esse ser, conduzi-lo (a) a evolução, ao crescimento, ao desenvolvimento e ao conhecimento.

Mestra Olinda Guedes faz assim.

Ela é a maior das especialistas em Pedagogias Sistêmicas do... mundo.../Será que exagerei?

Bom, é especialista demais da conta, como se explicaria aqui onde moro hoje.

Jesus Cristo fez assim.

Grandes Mestres fazem assim.

Nada de forçar a caçamba. Isso arrebenta a corda e a caçamba se esvai.

Suspeitemos que existam seres humanos preocupados com esse bem-estar da humanidade, com a paz e saúde dos seus e de todos os nossos irmãos.

Onde estariam?

Nos meios econômicos, entre os grandes empresários, banqueiros, entre os latifundiários, entre os herdeiros, entre os políticos?

Entre os especialistas (as especialistas) das “ciências exatas” que de exatas tem é nada, de acordo com o que vivencio como cidadã?

Entre os doutores(as) e suas especialidades que nos servem demais e nos desservem tanto, às vezes, e, nessas poucas vezes, são fatais nos seus desserviços (existe isso na língua portuguesa? Sei não, mas na vida existem)?

Talvez entre filósofo, filósofas e filosofias que tanto amo. Não sei, não.

Ah, já sei. Na fenomenologia, que quando conheci fiquei encantada.

Na religiosidade?.... Não.

Será? Vai ver que não vi, não pude ver.

Sou tão limitada.

Bom, vai ver que estão no teatro, na música, nas artes em geral. Nas grandes obras dos mestres contemporâneos e extra contemporâneos, ou quem sabe, nas pinturas, nos desenhos, nos trabalhos manuais, que são expressão Divinas, na minha humilde opinião.

Eu, depois de tantos anos de convivência e aprendizado com meus clientes de psicoterapia (com quem mais e aprendo de verdade) e agora com a terapia sistêmica sensorial, nessa busca incessante, creio que:

Eles estejam entre nós, bem escondidinhos, entre os corretores de textos, os orientadores de como e quando colocar ponto, virgula e reticências, por exemplo.

Digo isso porque, vi nesse semana, na fala de um grande amigo meu, o meu mais recente  amigo, que nem sabe que é meu amigo, estou comunicando aqui e que sei, poderá perceber que é dele que falo,  porém protegerei sua identidade com respeito a ele,  que “ estamos numa cultura de aspas”. Gente! É mesmo! O que é isso? Aspas são para, na minha ignorante opinião, assim como o negrito, destacar na nossa escrita, o que achamos relevante, importante que saibam, que saibam de quem é a autoria. Um a coisa egóica, já o negrito é um reconhecimento da importância do que colocamos na escrita, não por nós, mas por quem ler.

Quer sinal mais sistêmico que isso?

Meu amado Carl Gustav Jung, reunido com Bert Hellinger, lá no canto dos gênios nos céus, devem estar se perguntando: PARA QUÊ ISSO?

Mestres, eu não sei. Só sinto que entre todos nós, sempre foi assim, na humanidade, desejamos ser importantes e importar, pertencer. Desculpa ai!

Ah, e esse meu amigo, tão amigo de todos, e que ninguém sabe que ele é quem é , me disse também para não usar “caixa alta” que são essas letras em maiúsculo que coloquei ai. Disse que assim são como se eu estivesse gritando.

Bom amigo, que sabe bem quem é, eu estou, nesse caso, gritando: PARA QUÊ?

Conversamos também, eu e esse nosso amigo, sobre as tais reticencias........ Para quê? Por quê? Com qual objetivo?

Tão sistêmico esse pensar! Ou pensar assim é sistêmico?

Bom, creio que sejam os dois.

E sobre a virgula? Nossa! Quando usá-la? O que ela representa sistemicamente? E esses pontos de interrogação, de exclamação, essa acentuação, esses parágrafos que utilizo?

Aquele meu novo amigo me explicou (com aspas porque é fundamental sabermos): “Quem coloca muitas virgulas precisa pausar (eu Márcia) e quem não põe nenhuma virgula está sem freio). Sistemicamente falando, precisamos de: FREIO (e não precisa gritar, criatura!).

Meu Deus!

Amigo, descobri que TUDO (olha isso!) é sistêmico.

Preciso é colaborar para completar, curar e assim constelar.

Sabem, amores, descobri que não só o COMO o João fala de Pedro diz mais sobre o João do que de Pedro, mas também que, o COMO JOÃO E PEDRO ESCREVEM ORTOGRAFICAMENTE SOBRE SI E FALAM DE CADA UM.

Autoconhecimento é incessante!

Constelações Sistêmicas

Saber Sistêmico - Comunidade da Constelação Familiar Sistêmica
Márcia Regina Valderamos
Márcia Regina Valderamos Seguir

Sou psicoterapeuta sistêmica, discípula de Olinda Guedes, psicóloga de formação, e, c a Mestra Olinda Guedes, fiz e faço Renascimento, Formação em Constelações Sistêmicas, Master, Florais de Bach, massagem reparentalizadora..

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